quarta-feira, 24 de outubro de 2012

A IGREJA E SUAS PRIORIDADES


A IGREJA  E SUAS PRIORIDADES

Texto : “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 
Romanos 12:1”.
A entrega pessoal e incondicional de cada  servo de Deus no altar da adoração a Deus é o caminho para o perfeito exercício da comunhão fraternal e a prática de uma frutífera evangelização.
“Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. 1 Timóteo 3:15”.
A igreja é coluna da verdade, então se uma igreja não anda na verdade nuca poderá ser uma coluna do Senhor.
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18”.
A igreja é edificada sobre Cristo, se uma igreja que diz ser de Cristo, e usa de outros meios e pretextos para que as pessoas “cheguem” a Deus ela está edificada não em Cristo mais no homem.
“Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, Efésios 3:10”.
A igreja é a sabedoria de Deus, então todos precisam ver e conhecer o poder de Deus pela sabedoria da sua igreja, mais o que as igrejas tem mostrado hoje não tem nada ver com o poder do Senhor então vamos rever alguns conceitos da palavra.
“Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. Efésios 5:23”.
Cristo é a cabeça da igreja, então se uma igreja não tem Cristo como cabeça, alguma coisa está errada.
“De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Efésios 5:24”.
A igreja está sujeita a Cristo, como uma igreja pode ser verdadeira se não estiver Sujeita ao Senhor, então essa igreja não é de Cristo, por isso há muitas igrejas tem pregado tantas heresias.
“O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas. Apocalipse 1:20”.
A igreja é o castiçal de Deus, ela tem que levar a luz de Deus para o mundo, não tem como, uma igreja viver em  trevas a não ser que ela não seja do Senhor.
“Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:21-24”.
1º - A igreja foi estabelecida para adorar a Deus.
a)- A visão bíblica da adoração.
“Segundo a definição da bíblica de estudo Pentecostal,” a adoração se constitui de ações e atitudes que reverenciam e horam a dignidade do grande Senhor do céu e da terra. “Ela exige uma entrega de fé ao todo poderoso e um reconhecimento de que Ele é Deus e Senhor”. Essa entrega, no antigo  Testamento, era representada através dos sacrifícios instituídos no Pentateuco, pelos quais o ofertante reconhecia os pecados e se submetia plena e voluntariamente à soberania divina. Mesmo antes das normas dadas por Deus através de Moisés, regularizando o culto divino do povo de Israel, os patriarcas tinham como prática a oferta de holocaustos como testemunho de sua adoração. Ver Gn 12.7,8; 13.4,18; 26.25;33.20.
No Novo Testamento, a adoração é oferecida mediante o eterno e perfeito sacrifício  de Jesus Cristo, que substitui para sempre o sistema de sacrifícios do Antigo Testamento e outorgou ao homem o direito de chegar, com ousadia e liberdade, á presença de Deus. Confira Hb 10.19-23. Segundo Romanos 12.1, adoração é a entrega pessoal e incondicional de todo o  ser “ em sacrifício vivo, santo e agradável  a Deus”. Isso implica em que cada ato praticado, mesmo os considerados mais simples, sob a nova aliança, deve trazer em si o propósito de reconhecer e honrar a Deus como o Senhor soberano sobre todas as coisas.
No encontro entre Jesus e a mulher samaritana (Jo 4.20-24), Ele definiu a adoração como algo que deve ser feito em “espírito e em verdade”. “ Em espírito”,porque não depende mais de elementos litúrgicos externos que visibilizem o propósito do ofertante. É algo do coração, para ser recebido por Deus, e não visto pelos homens. Não é, portanto, a aparência que determina o valor da adoração. É o conteúdo. “ em verdade”, porque deve ser fruto da sinceridade do pecador que, contrito, reconhece a sua total dependência de Deus, mediante a obra vicária de Cristo na cruz. Leia  Lc 18.9-14 e descubra, ali, o contraste entre a hipocrisia do fariseu, e a sinceridade  do publicano, que, humilhado, mas sem qualquer formalismo exterior, dependia unicamente da misericórdia de Deus. Quem foi abençoado?
2- O povo de Israel  chamado a adoração.
O pacto de Deus com Israel tinha como selo a adoração ao seu nome. A chamada de Deus a Moisés, do meio da sarça, no monte Sinai, deixa implícita esta verdade. Em Êxodo 3.12 o Senhor estabelece como sinal do cumprimento de sua promessa de libertação o fato que os israelitas o serviriam no mesmo lugar onde havia chamado a Moisés. Servir, aqui, é plena adoração. Em Êxodo 3.18, ao orienta-lo sobre como dirigir-se a Faraó, ordena que diga “ deixa-nos ir caminho de três dias para o deserto, para que sacrifiquemos ao Senhor, nosso Deus”.
Sacrificar, aqui, é também plena adoração. Posteriormente, quando Moisés e Arão se apresentam ao monarca, afirmam: “ Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto”. Celebrar uma festa. Aqui, é mais uma vez plena adoração. A instituição da primeira páscoa, como símbolo da saída do Egito, teve também o mesmo propósito. Ver Êx. 12.14,25.
Um estudo pormenorizado das leis estabelecidas para governar o povo de Israel revelará que o fim último das determinações ali explícitas era o reconhecimento da grandeza, sabedoria e soberania de Deus no governo do mundo. No entanto, só a construção do tabernáculo, e mais tarde do templo,propiciou a formalização da pratica regular das festas e rituais previstos para a adoração, pública. Ver Lv 23.4-43.
3- A igreja chamada à adoração.
Com a rejeição da Israel ao plano divino, a Igreja deu continuidade ao propósito de Deus. Portanto,uma de suas finalidades é a adoração ao Senhor. Todos os seus atos, diretos ou indiretos, visam reconhecer o governo de Deus sobre ela, através de Jesus Cristo, buscando, em primeiro lugar, a perseverança na comunhão íntima e pessoal com o Altíssimo. Ver 1 Pe 2.5.compare, ainda, com  Efésios 2.21-22 e veja que a igreja é “ a morada de Deus no Espírito”, o que implica em estar plena de sua presença em glória, majestade e poder, manifestando perfeita sintonia entre o Pai e seus adoradores. Confira Jo 4.23.
II. A igreja foi estabelecida para comunhão fraternal
1.    O significado da comunhão.
a Igreja foi, também, estabelecida para exercício da comunhão fraternal entre os crentes. Comunhão é uma palavra grega ( koinonia) que tem a ver com relacionamento espiritual, pessoal e social entre os compõem a comunidade eclesiástica. Compare 2 Co 13.13; Fp 2.12.
É muito mais do simplesmente cumprimentar o irmão  e desejar-lhe felicidades. É um intenso compartilhamento de tudo quanto se relaciona à vida cristã. É palmilhar, lado a lado, a carreira para a qual os crentes foram chamados. É, no dizer de Paulo, alegrar-se com os que se alegram e chorar com  os que choram. Ver Rm 12.15. É, sob outro prisma, Levar as cargas uns dos outros. Confira Gl 6.2.
A igreja primitiva levou a comunhão tão a serio que todos tinham tudo em comum, de modo que não havia nela nenhum necessitado. At.4.32-34. Este é o verdadeiro sentido da comunhão bíblica, que expressa não só mutualidade de sentimentos, mas também compartilha uns com os outros nas suas necessidades. Ver Rm 12.113.
2.    A busca da comunhão. Buscar a comunhão com os demais crentes é uma condição básica para o êxito espiritual de cada crente. O salmo 133 expressa essa necessidade e os resultados daí recorrentes: unção,benção e vida para sempre. A mesma ênfase aparece na oração sacerdotal (Jo 17.20-13).
3.    O exercício da comunhão. A comunhão pode ser exercitada no amor ao irmão mais fraco, que depende de ajuda para manter-se de pé(Rm 14.1,13), no companheirismo que honra o próximo ao invés de si mesmo(Rm 12.10), na solidariedade que assiste o irmão necessitado(Gl 6.10), na pratica da justiça que não toma para si o que é de outrem (Tg 5.4), no uso da misericórdia que aplaca o juízo(Tg 2.13),no cuidado para com os que sofrem(Rm 12.15), na ausência de inveja quanto aos companheiros que galgam patamares mais altos na jornada (Tg 3.14-16) e na semeadura da paz que elimina os facciosismos e promove a unidade entre todos.
III. A igreja foi  estabelecida para a evangelização
1.    O lugar da evangelização. É comum colocar-se a evangelização como a prioridade número um da igreja. Em certo sentido, não deixa de estar correto, pois em relação ao mundo esta é a sua principal tarefa. No entanto, neste comentário ela não foi colocada em terceiro lugar por acaso. Há uma razão. É que a evangelização só terá êxito, se os crentes estiverem bem ajustados quanto aos pontos anteriores. Em “Jo 17.23 esta sequencia aparece de maneira clara:” Eu neles, e tu em mim”(comunhão com Deus); “ Para que eles sejam perfeitos em unidade”(comunhão uns com os outros), e “ para que o mundo conheça que tu me enviaste” (evangelização de resultados). Uma igreja que não adora a Deus e onde não se exercita a comunhão uns com os outros não terá o brilho da verdadeira luz que atrai os pecadores. Ver Mt 5.14-16. Antes de sair ao mundo para pregar, a igreja precisa desenvolver seu relacionamento com Deus e a comunhão entre os membros que a compõem. Isto, por si só, bastará para que ela seja afogueada em seu desejo de ganhar as almas.
2.    A ordenança da evangelização. A evangelização é uma ordenança bíblica dada por Jesus á sua igreja. Ver Mc 16.15. Compare com Mt 28.19 e At 1.8. Deixar evangelizar é o mesmo que passas ao largo, enquanto pessoas estão morrendo, abandonadas sob os escombros de um incêndio. Imagine a cena e sinta a quão dura ela é. Esta é, todavia, a exata situação de muitas igrejas que estão encasteladas em sua opulência, enquanto á sua volta muitos resvalam para o abismo do fogo eterno. Uma igreja assim não merece este título e precisa o quanto antes arrepender-se para não ser achada em falta e sofrer o juízo divino confira Ap 3.14-18.
3.    O imperativo da evangelização. A evangelização é um imperativo porque este é o meio pelo qual os pecadores podem arrepender-se e chegar ao conhecimento da verdade. Ver Jo 6.39-40. Lembre-se que você foi alcançado por ela e, portanto, deve dar continuidade ao processo para que outros sejam também alvos da mesma bênção. Proclamar o nome de Jesus Cristo significa oferecer a única possibilidade de salvação para o perdido. Compare com At. 4.12. se ele não tiver acesso a este nome que salva, estará irremediavelmente condenado.
4.    A evangelização e os seus desdobramentos. Finalmente, a evangelização não se esgota no ato de falar de Cristo a alguém. Ali apenas inicia-se o trabalho. A ordem do Mestre é clara “ Fazei discípulos”. É algo que começa com o anuncio das boas novas e continua até que Cristo seja formado em cada novo  convertido. Temos os seguintes desdobramentos:
A.   Ganhar
B.   Consolidar
C.   Discípular
D.   Enviar
Ganhar, consolidar, discipular e enviar, é, portanto. Prioridades da igreja em sua tarefa de trazer os pecadores para Cristo.
Fechamento
Adorar a Deus, manter comunhão uns com os outros e evangelizar são três tarefas básicas das a igreja não pode abrir mão, a não ser que ela perca a sua identidade e deixe de ser igreja, para torna-se mera organização social, com finalidades seculares. Abandonando os postulados da fé. Neste caso, ela poderá ser tudo, menos o corpo de Cristo na terra.
Quando se fala em adorar a Deus, todavia, não se propõe uma igreja alienada que se exclui dos problemas do mundo. Pelo contrario, o fato de ela viver na dimensão divina fará com que seja movida de compaixão pelos desamparados para alcançá-los com um ministério holístico: espírito, Alma e corpo. As obras mencionadas Poe Tiago como fruto da fé têm a ver com o socorro aos necessitados.
A igreja mais do qualquer organização, precisa ser o exemplo em alvos bem definidos para que sejam estabelecidas estratégias mensuráveis a fim de alcançá-los.isto significa uma evangelização de resultados, onde nada é feito ao acaso, mas,assim como faz o bom jardineiro,cada semente plantada é cercada de cuidados especiais que lhe permitam brotar e crescer.
(extraído revista lições bíblicas). Adaptado por Pastor Junior.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012


O Significado Cristão da Páscoa

A palavra Páscoa vem do hebraico pasaq e quer dizer 'passagem'. Para o cristão, a Páscoa é símbolo da passagem de uma vida de pecado, onde o homem está distante de Deus, para uma nova vida na presença de Cristo. 'Cristo, a nossa Páscoa, foi sacrificado por nós para sermos verdadeiramente livre.

A Páscoa e os Israelitas

A Páscoa (Pessah) deve ser celebrada no 14º dia do primeiro mês do ano, pelo calendário hebraico. Nesta época os escravos eram os israelitas, que não tinham como alcançar sua liberdade, e necessitavam de alguém que fizesse isto por eles. E foi isto que o Senhor fez por Israel. Toda redenção acontece porque um preço é pago

A Primeira Páscoa

A Primeira Páscoa foi comemorada pelos israelitas quando entraram na Terra Prometida, celebrando à passagem da escravidão para a liberdade. Hoje, nós comemoramos a Páscoa para lembrar que Jesus morreu e derramou Seu sangue para nos salvar do pecado, e depois de três dias Jesus ressuscitou, é a passagem da morte para a vida. Vida com Cristo.

A Páscoa - Lição Escola Biblica Dominical E.B.D

A celebração da Páscoa tem a sua origem na Palavra de Deus, e não tem nada a ver com ovos de chocolates ou coelhos. Jesus ressuscitou na Páscoa. Ele morreu para nos dar a vida eterna! A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, uma vida liberta da escravidão do pecado!

Páscoa - O Verdadeiro Significado

A celebração da páscoa para nós, povo de Deus, representa a maior festa cristã onde comemoramos a passagem da morte para a vida. A morte e ressurreição de Cristo que nos libertou do pecado e das maldiçoes... Esse é o verdadeiro significado da Páscoa.

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 1

A partir de Jesus Cristo, a celebração da Páscoa foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em Sua memória. Não mais para relembrarmos a saída do Egito (estado), mas para sempre nos lembrarmos da saída do Egito do pecado, e da liberdade que há na sua morte e ressurreição. É necessário restaurarmos o verdadeiro significado da Páscoa

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 2

O passado foi anulado. Cristo que é a Nossa Páscoa também é a nossa expiação. Isso tudo aconteceu sem qualquer merecimento de nossa parte. Comemorar a páscoa, celebrar a Santa Ceia do Senhor, é lembrar todo o ministério de Cristo e a posição que ocupamos no Reino daquele que nos resgatou das trevas para a sua maravilhosa luz.

O Verdadeiro Significado da Páscoa - Parte 3

Jesus Ressuscitou. O Sonho não acabou. Jesus Vive. Celebre a verdadeira Páscoa, participe da Ceia do Senhor. Deixe de lado o fermento símbolo da maldade, malícia e impiedade e busque uma vida de Santidade com Cristo.

A Mensagem da Páscoa

Esta é a mensagem da Páscoa, a ressurreição de Cristo, o fim do processo de reconciliação do homem com Deus, ou seja, a redenção do homem. Tudo o que os cristãos que nos trouxeram até aqui viveram, creram, amaram e sofreram jorrou dessa única fonte, a ressurreição de Cristo. Toda a vida cristã é faísca desse fogo, é reflexo do túmulo vazio.


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Estudo Sobre Romanos capitulo 7


Libertados da Lei (Romanos 7:1-11)


Tanto o pecado como a lei são associados à morte (5:12,21; 6:14; 7:10-11; veja Gálatas 3:10). Por outro lado, a fé em Cristo leva à ressurreição e à vida (6:4,8,9,23). É somente em Cristo que morremos à lei e ao pecado para ter a vida.
Não Sujeitos à Lei (1-6)  
“De modo nenhum”: Esta resposta aparece sete vezes no livro (6:2,15; 7:7,13; 9:14; 11:1,11). É uma expressão forte que Paulo usa para evitar conclusões falsas por parte de seus leitores, e normalmente para introduzir uma nova fase do argumento.
Os mortos não são sujeitos à lei (1). Para ilustrar esse fato, Paulo introduz aqui a lei do casamento (2-4). A morte interrompe o laço de lei. As pessoas que já morreram em relação à lei não são mais obrigadas a guardá-la. No meio da ilustração, ele muda o sentido um pouco, mostrando que a pessoa viva (a viúva, neste caso) fica livre para ser ligada a outro (marido). Uma vez morta à lei, a pessoa pode ser ligada a Cristo, mas não pode continuar com a lei e com Cristo ao mesmo tempo.
Esta ilustração serve, também, para frisar a vontade de Deus para o casamento. O casamento é para a vida toda, e deve ser interrompido somente pela morte de um dos cônjuges. O outro (viúvo ou viúva) pode casar-se de novo sem pecar. Mas, se casar de novo enquanto o primeiro marido vive, torna-se adúltera. Neste trecho ele não trata da exceção dada por Jesus em Mateus 19:9. Podemos observar, também, que o laço de obrigação é com a lei conjugal (de Deus), e não somente com o cônjuge. Por isso, a pessoa divorciada geralmente ainda não tem autorização de Deus para casar de novo, e o segundo casamento se caracteriza como adultério (Lucas 16:18; Marcos 10:2-12; veja Marcos 6:17-18; Malaquias 2:14,16).
Antes de uma pessoa morrer para o pecado, o pecado produzia o fruto da morte (5). Depois de ser libertada do pecado e da lei, a mesma pessoa passa a servir a Deus (6). Vive na novidade de espírito (a fé, o evangelho, Cristo), não na caducidade da letra (a lei, o pecado, a morte).
Embora todos nós estivéssemos sujeitos ao pecado, somente os judeus estavam sujeitos à lei que Paulo cita aqui. Ele mostrará no próximo parágrafo a qual lei se refere.
A Lei ≠ Pecado (7-11)
Uma vez que a liberdade da lei é comparada à liberdade do pecado, alguém poderia concluir que são a mesma coisa. Paulo tira essa dúvida: “É a lei pecado? De modo nenhum!” (7). A lei não é pecado, mas ela torna o pecado conhecido. Paulo cita o exemplo de cobiça (7).
Qual lei? Alguns ensinam que alguma parte da lei dada no Monte Sinai continua em vigor hoje. Às vezes, sugerem uma distinção artificial entre a lei de Deus (“moral”) e a lei de Moisés (“cerimonial”), dizendo que esta foi removida enquanto aquela permanece. Paulo acabou de dizer que os judeus não estavam mais sujeitos “à lei” (6) e agora cita um dos mandamentos da mesma lei: “Não cobiçarás”. Este mandamento é um dos dez mandamentos (veja Êxodo 20:17), parte da suposta lei moral. Ainda é pecado cobiçar, mas não por causa da lei antiga. É condenada na Nova Aliança que nos guia (Efésios 5:3).
A lei traz a consciência do pecado (8-9) e é ligada à morte (10-11). Quem busca a vida terá que procurar em outro lugar, pois a lei não traz a salvação.
O Homem Desventurado (Romanos 7:12-25)
Paulo era pecador. A lei era contrária a ele e, porém, realmente santa e justa. O que é santo e justo é, necessariamente, bom. No resto deste capítulo, Paulo procura explicar a relação do pecador à lei, frisando claramente a necessidade de um Salvador.
A Lei é Boa (12-14)
Foi a lei em si que matou Paulo? Não! O pecado causou a sua morte (12-13). O pecado é maligno, enquanto a lei é boa. A lei é espiritual, mas o homem pecador é carnal (14).
A Lei X O Pecado (14-24)
Este trecho desafia o estudante. Paulo fala aqui sobre a sua situação na época que escreveu ou sobre a sua situação no passado, antes de ser salvo por Jesus? Considere:
1. Há uma batalha na vida do cristão, em que este peca e não faz tudo que quer em serviço a Deus (veja Gálatas 5:17; 1 João 1:8-10; Efésios 6:12). Se Paulo falasse aqui apenas desta batalha, daria para entender como a circunstância atual do cristão.
2. Mas Paulo não fala somente de batalha. Fala da escravidão, do domínio do pecado, do fracasso, etc. Estas palavras sugerem a situação dele antes de conhecer Cristo. Note os contrastes na tabela abaixo.
Concluímos, então, que Paulo refere-se, aqui, ao problema do homem pecador sem Cristo. Mesmo o homem que quer fazer o bem não tem força suficiente para vencer o pecado e guardar a lei. “Não há justo, nem um sequer” (3:10). O homem que procura se justificar pelos atos de mérito será vencido pelo pecado e consumido pela morte.
Qual a solução? O entendimento do problema do pecado, que Paulo conseguiu pela lei, leva o pecador ao grito desesperado: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (24)
A Única Resposta (25)
A resposta, a única resposta, a única resposta para qualquer pessoa (tanto judeus como gregos): “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (25). Deixado sozinho, Paulo ainda serviria a Deus com a mente, mas não se livraria do pecado.
Mas ele não foi deixado sozinho. O capítulo 8 mostra como Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) ajuda o cristão a fazer a vontade de Deus.
Antes (sob o pecado/no regime da lei)
Agora (sob a graça de Cristo)
Sou carnal (7:14)

Vivíamos segundo a carne (7:5)
Não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito (8:4)
Os que estão na carne não agradam a Deus (8:8)
Se está na carne, não é de Cristo! (8:9)
Não somos constrangidos a viver segundo a carne, que leva à morte (8:12-13)
Nada disponhais para a carne (13:14)
Vendido à escravidão do pecado (7:14)
Outrora, escravos do pecado (6:17,20)
Escravidão da impureza (6:19)
Não somos escravos do pecado (6:6)
Libertados do pecado (6:18,22)
Servos da justiça (6:19)
O pecado habita em mim e controla as minhas ações (7:15-23)
O Espírito habita no cristão e o guia (8:9-15)

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Estudo Romanos Cap. 6


Ressuscitados com Cristo (Romanos 6:1-23)
Se a abundância do pecado possibilitou a superabundância da graça (5:20), alguém poderia deduzir, por uma lógica destorcida, que Deus seria glorificado ainda mais pelo pecado do homem. Paulo responde a essa idéia no capítulo 6, mostrando que o propósito da graça é a libertação do pecado.
Ressuscitados com Cristo (1-7)
O servo de Cristo deve viver no pecado para que a graça se torne ainda mais abundante? (1) Absolutamente não! O discípulo de Cristo já morreu para o pecado (2).
O processo de morrer para o pecado é o mesmo que possibilita a vida em Cristo (3-6). Estes versículos são importantes para entender como Deus nos dá a vida, e como participamos da nossa própria salvação. Paulo usa a morte, o sepultamento
e a ressurreição de Cristo para explicar a nossa salvação. Jesus morreu, foi sepultado e depois ressurgiu para uma nova vida. Nós imitamos o exemplo dele. Morremos para o pecado, somos sepultados no batismo e ressuscitados para uma nova vida.
Neste texto, o Espírito Santo colocou o batismo entre o pecado e a vida em Cristo. O batismo não é obra de mérito pela qual a própria pessoa ganha a salvação. É obra de obediência pela qual recebemos o perdão dos pecados pela graça de Deus. Isso não nos surpreende, pois ele falou através do livro sobre a necessidade da obediência (1:5; 2:7-8; 6:16-17; 10:16; 15:18; 16:19,26). Outros textos mostram a importância do batismo para o perdão dos pecados (Atos 2:38; 22:16), para obter a salvação (Marcos 16:16; 1 Pedro 3:21) e para entrar em comunhão com Cristo (Gálatas 3:27).
Esse ensinamento sobre o batismo é importante, mas o argumento principal aqui visa a nova vida da pessoa já ressuscitada. Paulo escreve a cristãos, mostrando a importância de viver como pessoas resgatadas do pecado. O velho homem do pecado foi crucificado com Jesus (6). Deixamos a escravidão ao pecado quando recebemos a justificação (6-7).
A Vida em Cristo (8-11)
Participamos da vida espiritual em Cristo. Ele nos dá: 1. A esperança da vida eterna (8); 2. A vitória sobre a morte (9). 3. A comunhão com Deus (10-11).
O Pecado Não Domina (12-14)
Uma vez ressuscitados com Cristo, cabe a nós rejeitar o pecado. Na nova vida, não devemos deixar o pecado reinar (12). Não devemos nos oferecer ao pecado como servos da iniqüidade (13). O novo homem, ressusci-tado, deve ser servo de Deus (13).
O pecado não domina a pessoa que vive debaixo da graça, como dominava as pessoas que viviam sob a lei (14).
A Liberdade dos Servos (15-23)
A liberdade da lei não autoriza a libertinagem (15). Todos nós somos servos, ou do pecado ou da justiça (16-18). O servo do pecado é “livre” (não participa) da justiça e da vida. O servo da justiça é livre do pecado e da morte (veja versículos 20-23).
Da mesma maneira que dedicamos os nossos corpos ao pecado, no passado, devemos nos dedicar à justiça e à santificação em Cristo (19). O escravo do pecado se afasta da justiça (20). Os resultados são a vergonha e a morte (21,23).
O servo de Deus, porém, foi libertado do pecado (22). O caminho dele leva à santificação e à vida eterna (22-23).
O salário (merecido pelo homem) do pecado é a morte. O dom gratuito de Deus (não merecido pelo homem) é a vida eterna.
Esta vida vem somente por meio de Jesus Cristo (23). Paulo frisa, de novo, o ponto principal desses primeiros capítulos. Tanto judeu como grego depende de Cristo para a salvação. Sem Jesus, ninguém será salvo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Romanos Cap. 5



Jesus Vive para Salvar (Romanos 5:1-21)

No capítulo 5, Paulo destaca o poder de Jesus vivo para ajudar os discípulos perdoados, e apresenta uma série de pontos de contraste entre Adão e Jesus.
O Poder de Jesus Vivo (1-11)
O pecado nos separou de Deus. Agora o resultado da nossa justificação é a comunhão e paz com ele (1). Por intermédio de Jesus, temos a esperança da glória de Deus (2).
Também gloriamos nas coisas que nos levam à esperança: tribulações, perseverança e experiência (3-4). Se, pelo sofrimento da morte, Jesus chegou à glória, nós podemos encarar sofrimento em nossa vida com a mesma confiança ( Hebreus 12:1-3).
Temos convicção da esperança, porque ela se baseia em Deus (5-8):
● Deus derramou o seu amor (5)
● O Espírito Santo revelou este amor (5)
● Cristo morreu por nós quando éramos ainda pecadores (6-8)
● Na morte de Jesus, o amor de Deus foi revelado (8). Que amor sobrenatural! Quando éramos pecadores, lutando contra a santidade e a bondade de Deus, Cristo morreu por nós.
Muito mais agora (9-11). Preste atenção nesses versículos. O ensinamento de Paulo aqui conforta e anima o servo de Deus. No passado, Cristo demonstrou seu poder para salvar os pecadores (inimigos) pela sua morte. No presente, ele demonstra ainda mais poder para salvar os justificados (reconciliados, amigos) pela sua vida. Paulo não vê a obra redentora de Cristo como apenas o sacrifício feito na cruz. Jesus vive e age ao nosso favor. Ele é nosso Advogado (1 João 2:1) e intercede por nós (8:34). Jesus morreu para nos salvar, e vive para nos salvar!
Adão e Jesus (12-21)
Vamos observar primeiro o conteúdo deste trecho, e depois fazer algumas observações sobre as distinções apresentadas.
Adão trouxe o pecado ao mundo, e o pecado trouxe a morte. Todos morrem, porque todos pecam (12).
O pecado já existia antes da Lei dada por intermédio de Moisés, provando que já havia lei governando todos os homens (13-14). A morte já reinou de Adão a Moisés, mostrando que Deus levou em conta o pecado naquela época. Mas, os pecados dos outros não eram o mesmo cometido por Adão. Ele violou uma lei (Gênesis 2:16-17); eles violaram outras.
Adão “prefigurava aquele que havia de vir” (14). Pelo ato único de violar uma lei especial, ele trouxe conseqüências sobre todos. Jesus, como Paulo mostrará nos versículos seguintes, por um ato único de obedecer o Pai, trouxe bênçãos para todos. Como a ofensa trouxe a morte a muitos, o sacrifício de Jesus trouxe a vida a muitos (15).
O dom é superior à ofensa. Uma ofensa causou o sofrimento de muitos. A graça responde a muitas ofensas e traz a justificação (16). Pela ofensa de Adão, a morte reinou sobre os homens. Pelo ato de Jesus, os homens reinam sobre a morte (17).
Participação de morte e de vida (18-19). Neste trecho, Paulo fala de dois sentidos de morte e dois sentidos de vida. Pelo pecado de Adão, a morte física passou a todos os homens. Pela ressurreição de Jesus, todos os homens serão ressuscitados (fisicamente – veja 1 Corínitos 15:20-22). Todos que participaram do pecado participam também da morte espiritual. E todos que participam da obediência de Cristo se tornam discípulos e participam também da vida espiritual.
A lei enfatiza o pecado, mas a graça é maior ainda (20). O pecado reinou na morte, mas a graça reina pela justiça (de Cristo) para a vida eterna (21). A graça e sua recompensa são superiores ao pecado e sua conseqüência!

Grande campanha das Chuvas do Senhor


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Oração intercessória


ORAÇÃO INTERCESSÓRIA
“Orai uns pelos outros”. Tiago 5:16.
O propósito da Oração Intercessória é orar pelos outros e fazer pedidos
específicos a Deus, baseados em Suas promessas.
Jesus deixou o exemplo da oração intercessória (João 17:9-21), para que
sua igreja se envolva na prática desse ministério.  Interceder é a parte mais
importante da vida espiritual do cristão e da dinâmica da igreja, porque a mão
de Deus se move quando seus filhos oram e torna possível o impossível.
I. EXEMPLOS BÍBLICOS DE ORAÇÃO INTERCESSÓRIA
1. Jó: “Chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de
madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles...”.
Jó 1:5.
2. Paulo:  “Não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas
minhas orações”. Efésios 1:6.
3. Igreja cristã:  “Pedro, pois, estava guardado no cárcere; mas havia
oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele”. Atos 12:5.
4. Jesus:  “Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça...”.
Lucas 22:34.
II. ORAÇÃO INTERCESSÓRIA E O EVANGELISMO
A oração intercessória é tão essencial ao trabalho  evangelístico como é a
respiração, para a vida. Segundo Dennis Smith, “Todos os que aceitam a Cristo
como seu salvador, o fazem em resposta a oração de  alguém”, O Batismo do
Espírito Santo, pág. 140. A Oração Intercessória quebra o poder de Satanás na
vida daqueles por quem se ora (Lucas 2:31-32) e remove o “véu” da cegueira
espiritual que repousa sobre os pecadores (II Cor.4:4).

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Estudo Romanos capitulo 3


Os Judeus Têm Vantagem? (Romanos 3:1-18)
Uma vez que Paulo mostrou que a atitude e a conduta de cada pessoa distingue entre o judeu verdadeiro e o falso, poderia concluir que os judeus, os descendentes naturais dos patriarcas, não gozaram nenhum benefício especial. Paulo negaria a posição favorecida dos israelitas no plano de Deus? Qual a vantagem dos judeus? Paulo faz praticamente a mesma pergunta duas vezes (versículos 1 e 9), e responde de dois pontos de vista diferente. Primeiro, ele fala sobre a vantagem que Deus deu aos judeus (1-8). Depois, ele olha da perspectiva da realidade do pecado (9-18). Qualquer vantagem que Deus deu foi desperdiçada quando os judeus pecaram.
A Vantagem Dada por Deus (1-8)
Ao revelar a sua vontade numa aliança especial, Deus deu aos judeus uma grande vantagem (2).
O problema dos judeus não veio da parte de Deus. A incredulidade deles trouxe a condenação (3-5). Independente da falta de fé por parte dos homens, Deus continua sendo fiel. Ele é verdadeiro, mesmo se todo homem for mentiroso. Quando reconhecemos o nosso pecado, exaltamos a justiça de Deus. Se há alguma falha na relação de Deus com os homens, a culpa certamente é dos homens. O final do versículo 4 vem da versão grega de Salmo 51:4, uma passagem que mostra que a confissão do pecado do homem glorifica a Deus e realça a santidade e a justiça dele (compare Josué 7:19-20).
Deus é justo em castigar os judeus (5-8). Foi fácil para os israelitas enxergar a injustiça dos gentios e concluir que aqueles pecadores merecessem o castigo. Reconhecer o seu próprio pecado foi muito mais difícil. Se Deus não aplicar a sua lei com justiça aos judeus, ele não teria direito de castigar os gentios (5-6). Entendendo que a santidade de Deus fica mais evidente quando comparada à injustiça do homem, alguém poderia tentar justificar o pecado para dar mais glória a Deus. Paulo rejeita tal raciocínio, dizendo que pessoas que pensam assim merecem o castigo (7-8).
O Pecado Deixou o Judeu sem Vantagem (9-18)
Paulo pergunta outra vez sobre a vantagem do judeu (9). Mesmo recebendo tratamento preferencial de Deus (3:2), o judeu não manteve a sua vantagem. Ele, como também o gentio, se entregou ao pecado.
Paulo cita vários versículos do Antigo Testamento para mostrar que o homem – ou melhor, todos os homens – se condena pelo pecado. Entre as citações são referências aos Salmos (14:1-3; 53:1-3; 5:9; 140:3; 10:7; 36:1) e ao livro de Isaías (59:7-8). Quando consideramos os contexto dessas citações, observamos que falam da insensatez de homens que negam a Deus, até imaginando que os seus atos pecaminosos não serão descobertos ou não receberão castigo.
Como os judeus, todos nós temos recebido vantagens imensas pela bondade de Deus. Ele enviou o seu Filho, e revelou a sua palavra para o benefício de todos os homens. Mas se nós nos enganarmos, ignorando os princípios de Deus ou achando que os nossos pecados não terão conseqüências, anularemos estas grandes bênçãos. Se continuarmos praticando pecados, imaginando que esses erros não trarão castigo, negamos a justiça de Deus e a verdade da palavra dele. “Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo homem...” (3:3-4).

Justo e Justificador (Romanos 3:19-31)
A justiça de Deus exige pagamento justo pelo pecado (e o salário do pecado é a morte – 6:23). Pelo amor, ele paga o preço, oferece perdão e se torna justificador dos pecadores.
O Que a Lei Faz? (19-20)
A lei não traz a salvação, pois ninguém consegue se justificar por obras de mérito. O que, então, a lei faz? Œ Ela cala a boca de todos os judeus;  Mostra que todo o mundo é culpável diante de Deus; Ž Traz pleno conhecimento do pecado, mas não resolve o problema. A lei pode ser comparada a um médico que diagnostica uma doença, mas não dá nenhum remédio.
Jesus Cristo e a Justiça de Deus (21-26)
A lei e os profetas olharam para a justiça de Deus, mas ela se manifestou sem lei. Mediante a fé em Cristo Jesus, todos que crêem têm acesso à justiça divina (21-22). E todos – judeus e gentios – precisam da ajuda do Senhor, pois todos pecaram (22-23). Paulo destaca a igualdade de judeus e gentios, mostrando que não há diferença:
  • Na culpa: Todos pecaram (23)
  • Na necessidade: Carecem da glória de Deus (23)
  • Na salvação pela graça: Sendo justificados gratuitamente (24)
  • Na salvação por Jesus: Mediante a redenção que há em Cristo Jesus (24)
A salvação em Jesus é maravilhosamente complicada. Deus ofereceu o sangue de Jesus como propiciação (algo que satisfaz a ira divina) pelo pecado (25; veja 1:18,27,32). Mas, para ser eficaz contra o pecado, o sangue de Jesus ainda depende da reação do homem: “mediante a fé” (25). A salvação se torna possível somente quando junta a graça e a fé (Efésios 2:8-9). Em Jesus, Deus manifestou a sua justiça (25). A tolerância não mostrou a justiça. Quando Deus deixou os pecados do homem sem castigo, ele estava segurando a sua justiça. Na morte de Jesus, ele mostrou a sua justiça pois seu Filho recebeu “a merecida punição” dos erros dos homens (veja 1:27).
Deus manifestou a sua justiça e, ao mesmo tempo, tornou-se justificador (26). Aqui encontramos uma das mais ricas expressões do caráter de Deus: “para ele mesmo ser justo e o justificador....” A santidade de Deus exige a justiça, e o amor dele oferece a justificação. Em Cristo Jesus, ele conseguiu conciliar os dois lados essenciais do seu caráter. Foi justo em insistir no pagamento de sangue. Torna-se justificador em oferecer o sacrifício de Jesus no lugar dos homens pecadores.
Orgulho Excluído (27-31)
O homem não tem direito de se gabar, pois não merece nada (27-28). Se Deus é tanto justo como justificador, o homem sem Deus não é nem um nem o outro. Nenhum homem se justifica pelas suas próprias obras. A justificação vem pela fé, independente das obras da leis. Ninguém se salva por obras de mérito em obediência perfeita à lei. O único meio da salvação é a fé em Jesus Cristo. Para ser agradável a Deus, esta fé tem de ser ativa e obediente (veja 1:5).
Paulo volta, mais uma vez, à igualdade de judeus e gentios (29-30). Se a lei não justifica, Deus não é o Deus somente dos judeus. Ele oferece a salvação a todos nos mesmos termos. Nem a lei nem a circuncisão justificará alguém. Deus justifica mediante a fé.
A fé anula a lei? Não! A lei é confirmada pela fé. A lei mostrou o problema, e a fé traz a solução!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Transformando em Cristo



Transformando em Cristo
Texto Base: João 2:1-11
E, ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.
E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.
E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes.
Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima.
E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram.
E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo.
E disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.
Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele. 

Introdução:
Quando se fala em transformação, se estamos em mudanças externas mais, em uma transformação que está alem dos nossos olhos,pois ele só acontece por meio da fé, do sobre natural, e hoje o Homem quer transformar tudo para que ele possa viver uma vida tranqüila, a transformação vem pelo por sobre natural da fé. Veja que Jesus pele fé ele fez esse milagre da transformação, ele na colocou nada naquela água, não nada, somente pelo poder da fé houve transformação, e assim é que acontece a verdadeira, transformação na vida do ser humano.
A fé pode, mudar, ou  seja transformar sua condição de esterilidade, como ele transformou a vida de Abraão e Sara,(“ E disse: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava atrás dele. 
Gênesis 18:10”).
Deus deu a Abraão, um motivo ou seja a razão, para que ele acreditasse, na situação que iria transforma a vida dele de sua mulher, um filho, uma coisa que era totalmente fora da realidade,humano dos dois, idade avançado, mulher já cansada, nada poderia faze-los crer, em algo que pudesse mudar, transformar o quadro dos dois, em relação, a eles ter um filho que é pelos ou era sonho dos dois, pois qual o casal não o quer, eles tinham tentado a vida toda, e de uma para outra, isso poderia ser transformado, sem nenhuma interferência humana. Quero que você pense nisso, Deus não poderia dá a eles uma outra coisa, por exemplo, uma fonte de água, uma fazenda algo que eles tivessem que procurar, ou adquirir, mais não Deus foi, e os levou para o sobre natural, Deus é assim ele age é no sobre natural, naquilo que só pela fé se pode fazer, só o poder do Senhor, pode transformação  tal situação,(“ Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor já velho?
E disse o SENHOR a Abraão: Por que se riu Sara, dizendo: Na verdade darei eu à luz ainda, havendo já envelhecido?
Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho. 
Gênesis 18:12-14”).
Quando Isaque,  nasceu o vida de Abraão e Sara mudou completamente, Sara declarou que agora ela tinha motivo para sorrir,(“ E disse Sara: Deus me tem feito riso; todo aquele que ouvir  se rirá comigo. Gn 21.6”).
Esse encontro com Deus, transformação em toda e qualquer situação,então se você ainda não viveu essa transformação, deixe Jesus entrar em sua vida, e tudo vai mudar.
Veja o exemplo que aconteceu com o Apostolo Paulo, (Atos 9), quando ele teve esse contato com o Senhor, sua vida se transformou radicalmente, não vamos nos ater aos detalhes mai, vamos falar da transformação, que ele viveu,
Esses dois exemplos que usei, só um breve relato de como o poder transformador de Cristo muda a  história, de qualquer, ser humano, então se você quer viver uma verdadeira transformação, em sua vida, deixe Deus atuar em sua vida.

Conversando com Deus



1. CONVERSANDO COM DEUS
Como podemos ter certeza de que Deus nos ouve quando oramos?
"Então vocês clamarão a Mim, virão ORAR A MIM, e EU OS OUVIREI. Vocês Me procurarão e Me acharão quando Me procurarem de todo o coração". Jeremias 29:12, 13. (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).
Que certeza Jesus nos dá de que Ele nos ouve e responde as orações?
"Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta". Lucas 11:9
A oração é uma conversa que envolve falar e ouvir. É isso o que Jesus promete:
"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo". Apocalipse 3:20
Como é possível se sentar e ter uma boa conversa de hora de jantar com Cristo?
Primeiramente, contando para Ele em oração o que se passa em nosso coração. Segundo, ouvindo atentamente. Ao meditarmos em oração, Deus pode falar diretamente a nós. E, ao lermos a Palavra de Deus em devoção, Deus falará a nós através de suas páginas.
A oração pode se tornar um estilo de vida para o cristão.
"OREM CONTINUAMENTE. Dêem graças em toda as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus". I Tessalonicenses 5:17, 18.
Como podemos orar "continuamente"? Precisamos ficar de joelhos todo o tempo ou repetir continuamente frases de adoração e petição? Claro que não. Devemos viver tão intimamente ligados a Jesus que possamos ter liberdade para falar com Ele a qualquer hora, em qualquer lugar.
"Entre as pessoas na rua, ou em meio a uma transação comercial, podemos elevar a Deus um pedido, solicitando a direção divina... A porta do coração deveria estar constantemente aberta, sempre pedindo a Jesus que venha habitar em nós, como hóspede celestial". Ellen G. White, Caminho a Cristo (Casa Publicadora Brasileira: Tatuí, SP, 1999), pág. 99.
Uma das melhores maneiras de desenvolver esse tipo de relação íntima é aprender a meditar enquanto oramos.
"Seja-lhe agradável a minha meditação, pois no Senhor tenho alegria". Salmo 104:34
Não ore falando rapidamente a sua lista de pedidos. Espere. Ouça. Um pouco de reflexão durante a oração pode enriquecer grandemente seu relacionamento com Deus.
"Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês!" Tiago 4:8
Quanto mais perto chegarmos de Jesus, mais seremos capazes de experimentar Sua presença. Por essa razão, continue sempre a falar com Jesus através de seus pensamentos. Não se preocupe em falar as palavras certas, apenas fale honesta e abertamente com Ele. Fale sobre tudo. Ele teve que passar pela própria agonia da morte para poder se tornar seu Amigo Íntimo.
2. COMO ORAR
Quando você se engajar na oração, talvez deseje seguir o esboço da Oração do Senhor, o modelo de oração ensinado por Jesus a Seus discípulos em resposta ao pedido: "Senhor, ensina-nos a orar".
"Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino; seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, porque Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém". Mateus 6:9-13
De acordo com o padrão que Jesus deu em Sua oração, devemos ir a Deus como nosso Pai celestial. Peça-Lhe que Sua vontade tome conta de seu coração da mesma forma que essa vontade é feita nos céus. Nós O buscamos para saciar nossas necessidades físicas, obter perdão, e para ter uma atitude de perdão para com os outros. Lembre-se que nossa capacidade de resistir ao pecado vem de Deus. A oração de Cristo termina com expressões de louvor.
Em outra ocasião, Jesus instruiu Seus discípulos a orarem ao Pai "em Meu nome" (João 16:22), isso é, para orar em harmonia com os princípios de Jesus. Essa é a razão pela qual os cristãos normalmente terminam suas orações com as palavras: "Em nome de Jesus, Amém!" O amém é uma palavra hebraica que significa "Assim seja!".
Apesar de a Oração do Senhor nos dar diretrizes sobre o que orar e como formular uma oração, nossa comunicação com Deus funciona melhor como uma composição espontânea de nosso coração.
Podemos orar sobre qualquer coisa. Deus nos convida a orar pelo perdão de nossos pecados (I João 1:9), pelo aumento de nossa fé (Marcos 9:24), pelas necessidades da vida (Mateus 6:11), pela cura do sofrimento e da dor (Tiago 5:15), e pelo derramamento do Espírito (Zacarias 10:1). Jesus nos assegura que podemos levar todas as nossas necessidades e preocupações a Ele; nada é muito pequeno que não seja motivo de oração.
"Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês". I Pedro 5:7
Nosso Salvador está interessado em cada detalhe de nossas vidas. Seu coração fica feliz quando nossos corações O alcançam em amor e fé.
3. A ORAÇÃO PARTICULAR
A maioria de nós tem coisas que hesitamos em compartilhar até mesmo com nossos amigos mais íntimos. Por essa razão, Deus nos convida a aliviarmos nossas cargas em oração particular: conversa de um para um com Ele. Não é que Ele precisa de qualquer informação. O Todo-Poderoso conhece nossos medos mais secretos, nossos motivos mais escondidos, e ressentimentos enterrados no profundo de nosso ser, ainda melhor do que nós mesmos. Mas precisamos abrir nosso coração Àquele que nos conhece intimamente e nos ama infinitamente. A cura pode começar quando Jesus tem acesso às nossas feridas.
Quando oramos, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, está próximo a nós para nos ajudar:
"… Temos… Alguém que, como nós, PASSOU POR TODO TIPO DE TENTAÇÃO, porém, sem pecado. Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade". Hebreus 4:15, 16
Você se sente ansioso, estressado ou culpado? Coloque tudo diante do Senhor. Só assim, então, Ele pode suprir todas as nossas necessidades.
Deveríamos ter algum lugar especial para termos nossa oração particular?
"Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que... o recompensará". Mateus 6:6
Em acréscimo à oração que podemos fazer enquanto andando pela rua, trabalhando, ou usufruindo uma reunião social, cada cristão deveria estabelecer um momento especial para a oração pessoal e estudo da Bíblia. Faça seu encontro diário com Deus num momento no qual você se sinta mais atento e possa se concentrar melhor.
4. ORAÇÃO PÚBLICA
Orar com outras pessoas cria uma união especial e convida o poder de Deus a atuar de uma maneira especial.
"Pois onde se reunirem dois ou três em Meu nome, ali eu estou no meio deles". Mateus 18:20.
Uma das maiores coisas que podemos fazer como família é desenvolver uma vida conjunta de oração. Mostre para seus filhos que levamos nossas necessidades diretamente a Deus. Eles irão se entusiasmar com Deus ao perceberem Suas respostas nos detalhes práticos da vida. Faça do culto familiar um momento alegre e relaxado de se compartilhar a vida entre todos.
5. OS SETE SEGREDOS DA ORAÇÃO RESPONDIDA
Quando Moisés orou, o Mar Vermelho se dividiu. Quando Elias orou, fogo desceu dos céus. Quando Daniel orou, um anjo fechou a boca dos leões. A Bíblia nos apresenta muitos relatos de orações respondidas. E ela nos recomenda a oração como a forma de nos apoderarmos do poder infinito de Deus. Jesus promete:
"O que vocês pedirem em Meu nome, Eu farei". João 14:14
Ainda assim, algumas orações parecem que não foram percebidas. Por quê? Aqui estão sete princípios que ajudarão você a orar mais eficientemente:
(1) MANTENHA-SE LIGADO A CRISTO
"SE VOCÊS PERMANECEREM EM MIM, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem e lhes será concedido" João 15:7
Quando priorizamos nosso relacionamento com Deus e nos mantemos sempre em contato com Ele, estaremos ouvindo e buscando respostas para nossas orações que, de outra maneira, passariam despercebidas.
(2) MANTENHA A CONFIANÇA EM DEUS
"E tudo o que pedirem em oração, SE CREREM, vocês receberão". Mateus 21:22
Crer ou ter fé significa que estamos realmente esperando que nosso Pai celestial supra nossas necessidades. Se você está preocupado por falta de fé, lembre-se de que nosso Salvador fez um milagre em favor de um homem que clamava em desespero:
"Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!" Marcos 9:24
Concentre-se apenas no exercício da fé que você JÁ tem; não se preocupe com a fé que você AINDA NÃO tem.
(3) SUBMETA-SE HUMILDEMENTE À VONTADE DE DEUS
"Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS, Ele nos ouvirá". I João 5:14
Lembre-se que Deus deseja nos ensinar algo na oração, além de nos conceder coisas. Por isso, algumas vezes Ele diz: "Não"; algumas vezes Ele nos conduz noutra direção. A oração é uma maneira de conseguirmos mais e mais intimidade com a vontade de Deus. Precisamos estar sensíveis às respostas de Deus e aprender delas. Manter um registro de pedidos específicos e as respostas recebidas é de grande utilidade.
O Espírito Santo ajudará você a pedir corretamente, pois "o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus" (Romanos 8:27). Lembre-se que nossa vontade sempre seria igual a vontade de Deus se pudéssemos ver o que Ele vê.
(4) ESPERE PACIENTEMENTE EM DEUS
"Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro". Salmo 40:1, Edição Almeida Revista e Atualizada, 2a edição.
O ponto principal aqui é manter sua mente em Deus, manter seu foco na solução que Ele dá. E não peça a ajuda de Deus num momento, e no momento seguinte você tenta afogar suas mágoas buscando algum tipo de prazer. Espere pacientemente pelo Senhor; precisamos muito dessa disciplina em nossa vida.
(5) NÃO SE AGARRE A ALGUM PECADO ACARICIADO.
"Se eu ACALENTASSE O PECADO NO MEU CORAÇÃO, o Senhor não me ouviria". Salmo 66:18.
Pecados acariciados impedem a atuação do poder de Deus em nossa vida; isso nos separa de Deus (Isaías 59:1, 2). Você não pode agarrar o pecado com uma mão e buscar a ajuda divina com a outra. Uma confissão e arrependimento sinceros solucionam esse problema.
Se não estivermos dispostos a permitir que Deus nos liberte dos pensamentos, palavras e atos maus, nossas orações não serão eficientes.
"Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres". Tiago 4:3.
Deus não vai responder "sim" às suas orações egoístas.
Mantenha os ouvidos abertos à lei de Deus e Sua vontade, e Ele manterá os ouvidos abertos às Suas petições.
"Se alguém se recusa a ouvir a lei, até suas orações são detestáveis". Provérbios 28:9.
(6) SINTA A NECESSIDADE DE DEUS
Deus responde àqueles que pedem por Sua presença e poder em suas vidas.
"Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos". Mateus 5:6
(7) PERSEVERE EM ORAÇÃO
Jesus ilustrou a necessidade de perseverar em nossos pedidos através da história de uma viúva insistente que sempre trazia seu pedido diante de um juiz. Finalmente, o juiz disse em exasperação: "Está viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça". Então, Jesus concluiu: "Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?" (Lucas 18:5, 7).
Discuta todas as suas necessidades, esperanças e sonhos com Deus. Peça por alguma bênção em particular, por ajuda nos momentos de necessidade. Continue buscando, continue ouvindo, até que você aprenda algo da resposta de Deus.
6. OS ANJOS SUPREM A NECESSIDADE DAQUELES QUE ORAM
O salmista se regozijou com o ministério dos anjos do Senhor por suas orações terem sido respondidas:
"Busquei ao Senhor, e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores... O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem, e os livra". Salmo 34:4, 7
Quando oramos, Deus envia anjos como resposta às nossas orações (Hebreus 1:14). Cada cristão tem a companhia de um anjo da guarda:
"Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos! Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste". Mateus 18:10
Por causa de nossas orações:
"Perto está o Senhor. Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus". Filipenses 4:5-7
7. O ESTILO DE VIDA CRISTÃO
A Bíblia descreve um estilo de vida cristão bem peculiar. De acordo com Efésios 4:22-24, o cristão deve "despir-se" do antigo estilo de vida que é resultado de "desejos enganosos" e "revestir-se" do novo estilo de vida, que é o de ser "criado para ser semelhante a Deus".