quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Consagração



Consagração

Texto: “Porque fostes comprados por preço, agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (I Co 6:20)

Fomos comprados
A Bíblia nos fala sobre o profeta Oséias e seu casamento com Gômer. Ele a amava e tiveram três filhos: Jezreel, Lo-Ruama e Lo-Ami. Entretanto o seu casamento com Gômer era um exemplo vivo da realidade espiritual do povo de Israel. O povo tinha o coração longe do Senhor, seu Deus, e buscava deuses falsos. Enquanto Oséias amava sua esposa e se dedicava ao lar, Gômer tinha seu coração longe da família e bem distante do amor de seu esposo.

Aconteceu o inevitável: Gômer seguiu o caminho da lascívia e da prostituição. Ela abandonou o lar, deixando os filhos sozinhos e seu lar em tristeza profunda. Com o passar do tempo, ela se endividou com os prazeres do mundo e foi parar no mercado de escravos. Foi então comprada por quinze peças de prata e um ômer e meio de cevada. Oséias a comprou para si e a trouxe para casa, com toda alegria. Pediu-lhe que ela se purificasse para ele. Foi uma experiência singular, e ela, arrependida, entendeu o quanto era amada e precisava corresponder ao amor de seu marido.

Esta história bíblica é um grande exemplo do amor de Deus por nós. Deus criou o homem em santidade e pureza, mas o homem preferiu o pecado, havendo, então, uma ruptura drástica entre ele e o Criador. O homem começou a viver afastado de Deus, como escravo do pecado, oprimido pelas trevas, colocado no mercado, sem a dignidade com a qual fora criado. Então, o Senhor nos comprou novamente para si.


Onde estaríamos hoje, se não fosse este grande amor? Esta verdade nos faz perceber e confirmar que o Senhor é o nosso dono: Ele nos tirou do mercado de escravos, nos tornou livres – nos comprou por alto preço (I Pe 1:19; I Co 6:20).

É importante pensarmos que Jesus foi avaliado pelo preço de uma escrava, 30 moedas de prata. Ele, porém, valia mais que o mundo inteiro – pois Ele mesmo é o criador de todas as coisas. Entretanto, ali na cruz, o Senhor trocou as etiquetas de preço, e passamos a valer mais que o mundo inteiro, aleluia!

Amor de Deus e Consagração Pessoal
É maravilhoso compreender essa verdade: “Deus nos amou e deu seu Filho para morrer na cruz em nosso lugar”. Ao perceber que fomos comprados por tão alto preço, o nosso coração precisa responder também a esse amor (Jo 3:16).


Mergulhar nesse amor é experimentar a verdadeira vida e isto nos leva à consagração total.

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O Conde Zinzerdorf teve sua experiência de conversão ao contemplar uma pintura retratando o Senhor Jesus pendurado na cruz. O artista conseguiu colocar no olhar de Jesus tamanha vida que transmitiu a mensagem do evangelho. Foi dado o seguinte nome ao quadro: “morri na cruz por ti, que fazes tu por mim”? Com estas mesmas palavras foi composto um antigo hino, trazendo esta reflexão para o coração do crente: “o que temos feito pelo Senhor em troca de tão grande amor”?

O significado da consagração a Deus:
Consagração é o oferecimento de culto a Deus. É um ato de adoração profunda e sincera. Consagrar-se é apresentar-se diante de Deus com as mãos cheias. É ter o que oferecer ao Senhor. O ato de se consagrar ao Senhor significa oferecer-se a Deus para ser apenas um servo, em sacrifício vivo, santo e agradável. Paulo nos diz isto em Rm 12:1: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.


Podemos perceber que de maneira tríplice nós nos tornamos propriedade de Deus: 1) porque Ele nos criou (Sl 24:1); 2) porque Ele nos amou e comprou com o sangue precioso de Jesus (I Pe 1:19); 3) porque nós o amamos e nos entregamos a Ele em consagração total, nos demos como “sacrifício vivo” ao Senhor (Rm 12:1).

O alvo supremo da consagração
O alvo supremo da consagração é o serviço ao Senhor. O “sacrifício vivo” ficava na presença do sacerdote por tempo indeterminado: no caso de animais, poderia ficar para o serviço do campo ou poderia ser oferecido a Deus em holocausto a qualquer momento.


Em termos humanos, temos o exemplo de Samuel, que foi um sacrifício vivo, oferecido por sua mãe, Ana, e seu pai, Elcana. Samuel cresceu na presença de Deus desde pequeno, morando no templo e obedecendo às orientações do sacerdote Eli. Foi chamado para o serviço profético e sacerdotal, e serviu também como juiz e líder em Israel.


Todo crente deve ser um servo. Deve estar pronto a cumprir a vontade do Pai Celestial. Deve amar como Jesus amou. Deve estar ligado ao “corpo de Cristo” e viver em santidade e prontidão para o Senhor.


Quando compreendemos o valor que temos para Deus, o preço que custamos para Ele, o propósito que Ele tem para nossas vidas, então, há grande alegria em dizer: “eis-me aqui, Senhor. Envia-me a mim”.
Você já disse isto ao Senhor? Você já se consagrou inteiramente a Ele?


Leia os textos e medite: Is 6:1-8; Sl 24: 1-2; Sl 16:2-8; At 20:18-36; I Jo 3: 9-16.

Desafios:
1.Separe cânticos de consagração e cante-os de todo o coração nesses dias.
2.Coloque diariamente seus alvos para o ano de 2007 diante do Senhor e ore por sua vida espiritual e seu crescimento na graça e comunhão com o Senhor.
3.Faça uma consagração específica de cada parte de seu corpo para o uso exclusivo de Deus. Proclame que seus ouvidos pertencem somente a Ele, sua boca falará a sua bendita Palavra (evitando palavras vãs, torpes; a mentira, a ira, a falsidade, a vaidade, etc). Suas mãos e seus pés estarão dispostos a ir e fazer apenas o que o Senhor ordenar, aleluia!
4.Venha aos cultos com toda a família e consagre seu lar, seus filhos a Deus.
5.Seja sensível ao chamado do Senhor, estando pronto para obedecer: sendo um intercessor; fazendo tudo em atitude de adoração e levando a Palavra do perdão e da salvação às pessoas com quem você convive.

Autor: Ap. Roberto Pires Gonçalves
Categoria: Oração e Intercessão

Feliz é o cristão que ora


Feliz o Cristão que ora


Texto: "Senhor, ensina-nos a orar..." (Lucas 11.1)

A oração é um fenômeno presente em todas as religiões. O homem que crê, ora. Ora porque crê, e crê porque ora. O que difere a oração cristã das orações presentes em outras religiões?

Leiamos Lucas, 11.1: "Estava Jesus em certo lugar orando e, quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar...". Por que os discípulos pediram para que Jesus os ensinasse a orar? Eles não sabiam? Claro que sim! Todos eram homens religiosos, que participavam da vida religiosa de Israel, e, portanto, desde tenra idade tinham aprendido a orar.

Quando os discípulos pedem para aprender a orar estão na verdade pedindo para orar como Jesus orava. Não apenas uma simples oração, mas aprender aquela oração que rompe os céus, que nos torna certos de que nossas palavras 'sobem aos céus' e que Deus 'fende os céus' em resposta àquele que ora.

Jesus não ensina um método, não dá simplesmente um modelo. Jesus ensina que oração é intimidade, é relação. É assim que nasce o desejo de orar: da intimidade com Jesus. O texto nos informa: "Estava Jesus em certo lugar orando...". É a partir da proximidade com Jesus que os discípulos desejam aprender a orar.

Quanto a nós, não iremos orar da forma correta até que nos aproximemos de Jesus e busquemos intimidade com Ele. Toda oração sem intimidade com Deus são apenas palavras jogadas ao vento, frutos de lábios religiosos, mas de um coração distante do Senhor.

A oração cristã é peculiar na medida em que estabelece a comunhão como princípio. Deus é chamado de Pai. A palavra que Jesus usa para "Pai" é o aramaico "Aba", que significa literalmente "Papaizinho". Não que tenhamos que orar invocando a Deus assim!Podemos invocá-lo chamando-o de "Pai", "Senhor", "Rei", "Deus", "Javé" (Jeová). A forma aqui não importa. O importante é a intimidade que nasce da reverência, do temor, da entrega, da submissão, do conhecimento, da experiência, da proximidade...

Como esta intimidade com o pai é possível? Somente por causa da proximidade com Jesus. "VÓS NÃO ME ESCOLHESTES A MIM, MAS EU VOS ESCOLHI A VÓS, E VOS DESIGNEI, PARA QUE VADES E DEIS FRUTOS, E O VOSSO FRUTO PERMANEÇA, A FIM DE QUE TUDO QUANTO PEDIRDES AO PAI EM MEU NOME, ELE VO-LO CONCEDA" (JOÃO, 15.16). "E EU LHES DEI A GLÓRIA QUE A MIM ME DESTE, PARA QUE SEJAM UM, COMO NÓS SOMOS UM; EU NELES, E TU EM MIM..." (JOÃO 17.22-23).

Feliz é o cristão que aprender que orar não é apenas pedir, mas, acima de tudo, um estilo de vida em comunhão com o Senhor Jesus.

Feliz é o cristão que aprender que a oração faz mover o céu, tremer o inferno e mudar as coisas aqui na terra.

Feliz é o cristão que aprender que a oração é arma de guerra contra o diabo, mas também contra nossos impulsos de ódio, ganância, egoísmo e concupiscência.
 
Feliz é o cristão que aprender que a oração produz comunhão, porque orando invocamos a Deus, "Pai Nosso" e, assim, destruímos todo e qualquer preconceito e divisão.

Feliz é o cristão que aprender que a oração o capacita cumprir a missão de falar do amor de Jesus aos que caminham desnorteados como "ovelhas sem pastor".

Feliz é o cristão que aprender que a oração o fortalece no momento do sofrimento, traz paz nos momentos de angústia, traz segurança nos momentos de dúvida, traz alegria nos momentos de dor...

Feliz é o cristão que aprender que a oração cura as feridas, restaura a vida, refaz os sonhos perdidos, traz esperança, e quando não muda as circunstâncias, altera nossas intenções...

Feliz é o cristão que ora!

Rev. Ézio Martins de Lima

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O poder da oração em nossas vidas


O poder da oração em nossas vidas

A palavra de Deus nos mostra, em diferentes passagens, o poder da oração. Além da sua importância como instrumento de contato entre nós e Deus, a oração é também uma arma do cristão na guerra espiritual. Em II Crônicas vemos um exemplo de resposta de oração. Salomão havia, no capítulo 6, pedido ao Senhor que viesse ao templo que ele construíra, trazendo sua glória.

A resposta a essa oração está no capítulo 7. O verso um diz: "Tendo Salomão acabado de orar... a glória do Senhor encheu a casa". O resultado disso foi que todos adoraram a Deus, como vemos no verso três. A manifestação da glória de Deus gera adoração e louvor. Salomão sabia que não havia espaço físico que pudesse conter a glória de Deus. Hoje essa glória se manifesta em nossas vidas, devemos gerar adoração e louvor.

Deus deseja que a nossa vida seja um lugar de adoração, um lugar onde Sua glória se manifeste. A glória do Senhor se manifesta apenas onde há oração. Sua vida tem sido uma vida de oração? A oração é uma arma espiritual. Mesmo quando pecamos, quando estamos debaixo de maldição, por pior que a situação possa parecer, sempre podemos orar. As situações podem ser revertidas por meio da oração.

Tiago nos diz que a oração do justo pode muito em seus efeitos. Nossa oração move o coração de Deus. O Senhor fala que se orarmos e nos convertermos de nossos maus caminhos ele ouvirá as nossas preces.
Um grande homem de oração na Bíblia foi Daniel. Ele orava três vezes ao dia, e por causa de sua oração chegou a ser jogado na cova dos leões. Em Daniel 9:3 encontramos uma fórmula de como orar corretamente.

Daniel fala que orou ao Senhor e jejuou, e o mais importante, pediu perdão e se arrependeu. A primeira coisa que ele faz ao buscar a Deus é confessar os pecados seus e do povo. Devemos fazer o mesmo ao entrarmos diante do Pai.
Pecados não confessados podem ser uma barreira a bloquear nossas orações diante de Deus. Filipenses 4:6 diz que não devemos andar ansiosos, mas nossas necessidades devem ser colocadas diante de Deus em oração.

O Diabo é acusador. Muitas vezes Deus não pode liberar as bênçãos pois Satanás está diante dele nos acusando. Nós falhamos, mas temos o sangue de Cristo que nos purifica de todo o pecado. Entre na presença do Senhor tomando posse da sua misericórdia que se renova a cada dia. Entre na presença do Senhor com a consciência de que você leva o nome Dele. Somos cristãos, imitadores de Cristo.

Daniel era um homem que sabia tocar o coração de Deus. No versículo 19 ele pede ao Pai que ouça e perdoe. Precisamos pedir e liberar perdão. E nos versos 20 e 21 ele fala sobre o que ocorre quando oramos a Deus. Um anjo foi enviado pelo Senhor para tocar Daniel antes mesmo que ele terminasse de orar. Deus quer atender a sua oração. Em Mateus 7:7 ele diz: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis, batei, e abrir-se-vos-á".

Deus quer nos dar muita coisa. Uma criança quando quer algo insiste, continua pedindo. Devemos ser como uma criança. Será que temos insistido em oração diante de Deus? Você tem incomodado o Senhor pedindo para ser uma bênção?

Quando um filho não tem barreiras com o pai ele pede, sabendo que, na medida do possível, o pai vai lhe atender. Deus quer que você seja uma bênção, e a forma de conseguir isso é pedindo, orando. Quando a igreja ora junto as portas do inferno não prevalecem. Em Atos 12 encontramos um exemplo da força da oração da igreja. No versículo 5 lemos que a igreja orava por Pedro que estava preso por Herodes.

O resultado? Deus enviou um anjo que libertou a Pedro de forma milagrosa. Deus prometeu que ouviria nossa oração. Nós somos o templo do Senhor, Ele vai ouvir a nossa oração. Ele enviará seu anjo para nos guardar e ajudar.

Use essa arma poderosa que Deus colocou em nossas mãos. Faça da sua vida uma vida de oração e adoração a Deus.

Orar sem esmorecer


Texto: Lucas 18:1 ..... dever de orar sempre, e nunca esmorecer

Quando nesta passagem Jesus ensina a seus discípulos (Repita pra você mesmo ouvir: ESSE DISCÍPULO SOU EU) o dever de orar sempre, e nunca esmorecer, é porque Ele sabia que a oração produz poder,e um servo de Deus sem poder, é como uma candeia colocada debaixo do alqueire, não serve para nada porque não ilumina.

Ele aqui não nos promete nada, mas Ele nos mostra que a base da vida de quem serve a Deus em espírito e em verdade é a oração. A vida cristã deve estar fundamentada na oração.

A palavra dever significa = obrigação

E a expressão sem esmorecer, significa = sem desanimar, sem fraquejar, sem fracassar, sem parar.

Então, para chegarmos a esse nível de pratica da oração que a Palavra do Senhor determina que oremos - orar sempre, e nunca esmorecer -, temos que cultivar dentro de nós, o desejo de orar. E isso só será gerado quando amarmos verdadeiramente a Deus.

Quando amamos verdadeiramente, e não apenas da boca pra fora, queremos estar junto da pessoa amado todo o tempo. Queremos abraçar, beijar, falar dos planos para o futuro.... Assim também precisa ser o desejo no meu coração em estar na presença de Deus. Tem que ser algo que cause uma comoção no meu interior, onde fico na expectativa... sonhando como vai ser quando nos encontrarmos, o que Ele vai falar comigo? Como vai ser quando olharmos nos olhos um do outro. Eu preciso me apaixonar por Jesus.

E quanto mais tempo eu passa em oração, lendo a Palavra, louvando, mais tempo desfruto da Sua presença. Quanto mais tempo Ele tem para me ouvir, mais tempo Ele terá para falar comigo.

Então amados, o 1º passo para eu cultivar esse desejo de orar sempre, e nunca esmorecer, é me apaixonando por Jesus e querer estar o máximo de tempo em Sua presença.

2º passo - Eu preciso ter convicção do poder que a oração desatará sobre a minha vida espiritual física e material, colocar minha fé em ação, e ter certeza que Deus me responderá. Em Lucas 11:9 temos 3 promessas tremendas:

Pedi e dar-se-vos-á ou seja, pede e você vai receber.
Buscai e achareis; busque, e com certeza você vai encontrar.
Batei a abrir-se-vos-á; bata e eu te garanto que a porta será aberta.

Poderíamos aqui citar exemplo na Bíblia de vários homens e mulheres de Deus que desfrutaram dos benefícios da oração, mas vamos nos espelhar em Jesus, porque em nenhum outro o poder de Deus se manifestou de maneira tão poderosa.

Em todo o tempo, vemos Jesus se retirando para orar, e permanecendo longos períodos à sós com o Pai. Jesus não fazia nada sem que o Pai o revelasse. Então, precisamos aprender a permanecer longos períodos na presença do Pai, e esse aprendizado só virá com a prática.

Então revisando:
1º passo:
- me apaixonar por Jesus;

2º passo:
- ter convicção do poder que a oração desatará sobre a minha vida espiritual física e material;
- colocar minha fé em ação, e ter certeza que Deus me responderá;
- praticar a oração;

3º passo - Eu preciso ser perseverante.

São poucas as pessoas perseverantes e determinadas que iniciam um projeto e conseguem ir até o fim, a grande maioria tem tendência a desistir no meio do caminho, principalmente se o projeto for demorado
E infelizmente, sabemos que quem forma o hábito de começar sem acabar, forma o hábito de fracassar, e é por isso, que vemos tantos projetos fracassados.

Muitas pessoas, por preguiça de orar, preferem se apegar ao versículo 8 do cap. 6 do livro de Mateus, que diz que o Pai sabe das nossas necessidades antes mesmo de pedirmos, mas temos que nos lembrar, que neste contexto, Jesus se referia à prática das vãs repetições usada pelos gentios, e Ele ensinava aos discípulos justamente o contrário, - devemos nos dirigir ao Pai com nossas petições.

Às vezes começamos muito com um projeto de orar por uma causa. Passa 1 semana, 1 mês, 2, 3, se não temos resposta, começamos a desanimar. A falta de perseverança e determinação, é um costume pernicioso e prejudicial em todas as áreas de nossa vida. Precisamos banir esse mau hábito de nossa vida.

Em Mateus 24:13 Jesus disse: “Mas aquele que perseverar até o fim, este será salvo”.

O desejo do coração de Deus, é que sejamos vitoriosos, firmes, constantes, abundantes em sua obra (1 Co. 15:58).

Então amada e amado, não gaste seu tempo com coisas inúteis, invista no Reino de Deus e você verá os benefícios tremendos que o Senhor derramará sobre a sua vida, seus projetos, seus sonhos, sua família, sua igreja, sua cidade, seus vizinhos, sua célula... Motivos para orar é que não nos falta!!!!

Vamos ver:
- Devemos orar pelas autoridades de nossa nação de nosso estado e de nossa cidade, para que governem com justiça,e para que Reino de Deus seja estabelecido em cada departamento publico do Brasil;
- Estamos em um ano eleitoral e precisamos buscar direção de Deus em quem escolher para governar nossa cidade. Chega de trocar voto por favores pessoais e comprometer toda uma administração de nossa cidade votando em pessoas incompetentes e que só visam o governo para interesses pessoais e enriquecimento ilícito. Então devemos orar para Deus nos dar sabedoria na escolha do candidato certo;
- Orar pelo desenvolvimento do comércio e da indústria do turismo;
- Orar para que o ensino nas Escolas e Faculdades sejam de excelência e que a cada ano melhore de padrão;
- Orar pela segurança nas escolas, nas ruas;
- Orar pelo fim da violência, pelo desarmamento e pelo fim do tráfico de drogas;
- Orar pelos enfermos, pelos viciados;
- Orar pelos encarcerados;
- Orar pela unidade do Corpo de Cristo;
- Orar pelos pastores e suas famílias;
- E por último orar pelas nossas necessidades pessoais: salvação dos nossos familiares, saúde, projetos pessoais e ministeriais, pelas finanças, enfim....

Motivos para ficarmos horas e horas na companhia e doce presença do Espírito Santo, é que não nos falta.

● A oração nos traz intimidade e comunhão com o Senhor
● A oração liberta
● A oração cura
● A oração restaura, renova, desenvolve a nossa fé
● A oração abre portas
● A oração gera sensibilidade espiritual
● A oração é tudo na vida daquele que verdadeiramente serve a Deus.

Amados,
Vale a pena orar sempre, e nunca esmorecer.
O desejo do meu coração, é que você se apaixone hoje mesmo por Jesus.

Missionária Vânia Cardoso

O Poder da Intercessão

O Poder da Intercessão Introdução Quando o Senhor me enviou de volta ao Brasil, depois de serví-lo por quinze anos em Moçambique e África do Sul, disse-me, num lugar de oração, que começasse treinando mil intercessores. Anseio por ver os verdadeiros mil guerreiros que Ele está forjando no Brasil. Quando Deus tiver em nossa Pátria mil pessoas que encarnem o espírito de intercessão que estava em Moisés, Abraão e Daniel, os fundamentos da nação serão abalados pelo poderoso avivamento pelo qual gememos. E creio com todas as forças do meu coração, que Deus vai fazer isto. Ele seleciona Seus soldados valentes, que não depõem as armas até ver o poder de Deus manifesto na Terra. Ele quer esse espírito e não vai nos dar descanso até ver Seu plano consumado. Deus está levantando um exército de intercessores muito grande. Há um santo reboliço nos arraiais de Deus em toda a Terra e grupos se mobilizam para intercederem cada vez mais. E curiosamente, esse exército está encarnando o espírito de um guerreiro. Queremos deixar muito claro que quando usamos o termo guerreiro de oração, não falamos de uma organização ou um grupo, mas falamos de uma identidade. O que é um guerreiro de oração? É um combatente espiritual. Deus mesmo está conosco como um "poderoso guerreiro" (Jr. 20:11a). A palavra no hebraico aí, é gibbor. Ela aparece 159 vezes no Velho Testamento, sendo a primeira em Gn. 6:4. Significa: "poderoso; por implicação, guerreiro; campeão, chefe, gigante, homem valoroso, valente, forte". O Dicionário Expositório de Vine comenta: "No contexto de batalha, a palavra é melhor entendida para referir-se à categoria de guerreiros. O gibbor é um guerreiro provado; especialmente quando usado em combinação com chayil ("força")". (A versão revisada da JUERP traduz por "homens valorosos" (Js. 1:14), enquanto a da SBB por "homem valente" e a Bíblia de Jerusalém por "homens de guerra".) "Davi, que se provou um guerreiro, atraiu "valentes" para seu bando enquanto era perseguido por Saul (2 Sm. 23). Quando ele subiu ao trono como rei, esses homens se tornaram parte do corpo militar de elite. O rei simbolizava a força do reino. Ele tinha que liderar suas tropas em batalha, e como comandante esperava-se que fosse um "herói" (1 Sm. 18:7). O rei é descrito como um herói: "Cinge a espada no teu flanco, herói, cinge a tua glória e a tua majestade" (Sl. 45:3 - SBB). A expectativa messiânica incluía a esperança de que o Messias fosse um "poderoso" (Is. 9:6)". (Nas versões portuguesas traduz-se por Deus Forte). "O Deus de Israel é um Deus poderoso, forte (Is. 10:21). Ele tem o poder de libertar: "O Senhor teu Deus está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo" (Sf. 3:17). A tocante confissão de Jeremias (32:17) ressalta o poder de Deus na criação (v.17) e na redenção (v. 18). A resposta à enfática pergunta "Quem é o Rei da glória", no Salmo 24, é: "O Senhor forte e poderoso, o Senhor, poderoso nas batalhas" (v. 8). A Septuaginta (versão grega do V.T.) dá as seguintes traduções: dunatos (poderoso, forte, potente, capaz de governar) e ischuros (forte, poderoso, potente). A SBB dá estes sentidos: "forte, valente, homem valoroso, guerreiro". Há 487 referências no Velho Testamento a exército, sendo que cerca de 270 retratam um dos nomes de Deus, Jeová Sabaoth, o Senhor dos Exércitos. Este é o último nome de Deus que o Velho Testamento nos dá e aparece em dias de crise, quando o povo precisava de uma intervenção dos exércitos do Altíssimo. A partir dos livros de Samuel, o nome aparece, sendo mais freqüente nos Salmos e livros proféticos. A primeira referência está em 1 Samuel 1:3, dizendo que Elcana e Ana subiam cada ano da sua cidade a Siló "a adorar e a sacrificar ao Senhor dos Exércitos". A segunda menção é na súplica de Ana, a favor de um filho: "E fez um voto dizendo: Senhor dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida..." (1 Sm. 1:11). Pelo que vemos, Samuel é o primeiro a registrar o nome de Jeová Sabaoth. Sua mãe o usa e depois ele o faz, referindo-se à uma situação de guerra, diante de Saul: "Assim diz o Senhor dos Exércitos: Castigarei a Amaleque pelo que fez a Israel; ter-se oposto a Israel no caminho, quando este subia do Egito. Vai, pois, agora e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo o que tiver; nada lhe poupes..." (1 Sm. 15:2,3). Ora, Amaleque é um símbolo de Satanás, que se opõe ao povo de Deus e tenta destruí-lo, mas o Senhor disse a Moisés: "Escreve isto para memória num livro, e repete-o a Josué; porque Eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do Céu. E Moisés edificou um altar, e lhe chamou: O Senhor é minha bandeira (Jeová Nissi). E disse: Porquanto o Senhor jurou, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração" (Ex. 17:14-16) (Conf. Dt. 25:15-19). Jeová Sabaoth e Jeová Nissi, caminham juntos e são nomes de Deus que apontam para a realidade de um confronto espiritual, de geração em geração, do povo de Deus na terra contra Satanás. Mas não estamos sozinhos. O Senhor tem Suas hostes incontáveis de anjos, que são Seus exércitos de guerreiros, trabalhando sempre a favor dos santos. E no meio das batalhas Ele é nosso Nissi, nossa vitória, nossa bandeira. De fato Ele está conosco "como poderoso guerreiro" (gibbor). Vivemos dias proféticos, quando profecias milenares se cumprem diante dos nossos olhos. Nunca a Igreja esteve tão consciente da realidade espiritual que influencia a vida terrena, tanto no Reino de Deus quanto no de Satanás. Sentimos na carne o grande confronto entre os poderes da luz e das trevas. Parece que o adversário reuniu todas as suas forças e poderes malignos, para um golpe de desespero, tentando conquistar o que pode durante o tempo que lhe resta. Por outro lado, os Céus se têm aberto e há um derramar do Espírito de Deus e luzes são compartilhadas com os guerreiros do Senhor, que recebem as estratégias de guerra para vencer o inimigo. Deus levanta hoje um exército de guerreiros espirituais a quem equipa e dirige para saquear o inferno e povoar o Céu. A profecia de Joel, que se refere aos tempos do fim, declara: "O Senhor levanta a Sua voz diante do Seu exército (chayil); porque muitíssimo grande (rab) é o Seu arraial; porque é poderoso quem executa as Suas ordens; sim, grande é o Dia do Senhor" (Joel 2:11). Chayilquer dizer uma força, exército, virtude, valor, capaz, grandes forças, poder, riqueza, valente, virtuoso, digno. Rabquer dizer "abundante (em quantidade, tamanho, idade, número, qualidade)". Isso demonstra que Deus levanta um exército capaz, qualificado com Sua habilidade divina, amadurecido, ousado, digno, virtuoso, possuidor de todos os recursos de toda ordem para fazer a batalha, grande em número e poder. E agora a voz de comando se faz ouvir: "Proclamai isto entre as nações, apregoai guerra santa; suscitai os valentes (gibbor); cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das vossas relhas de arado, e lanças das vossas podadeiras; diga o fraco: Eu sou forte (gibbor). Apressai-vos, e vinde, todos os povos em redor, e congregai-vos; para ali, ó Senhor, faze descer os teus valentes (gibbor) Joel 3:9-11)." O Senhor dos Exércitos é um guerreiro (gibbor) e suscita os Seus guerreiros (gibbor) e até mesmo o que se acha fraco diga: "Sou um guerreiro!"(gibbor) Ele tem os Seus valentes, Seus guerreiros e os mobiliza para que sejam devidamente treinados e participem da batalha final contra os poderes do inferno. Ora, como o confronto é espiritual, o treinamento também o é. Portanto, temos vindo ao longo dos últimos sete anos e meio instruindo o povo de Deus, em geral, e os intercessores, em particular, na vida de comunhão com Ele e obediência à Sua Palavra, na dependência do Espírito Santo e autoridade do Senhor Jesus, buscando conformar-se com Sua imagem. Este livro sobre intercessão é mais uma ferramenta no objetivo de treinar os guerreiros de oração. É o quarto da série Escola de Oração.Todavia, não podemos tornar alguém guerreiro, nem sou um guerreiro de oração se não encarnar o espírito de combatente espiritual; nem mesmo ensiná-lo a interceder. Estamos estudando sobre intercessão, crendo que o Mestre, doce Espírito, à medida que você se expõe a Ele e à Palavra, separando-se para orar por outros, irá tomar sua mão, onde você se encontra agora, e levá-lo a uma nova dimensão. Não se preocupe tanto com seu nível hoje. Comece onde está, e o Espírito irá conduzí-lo passo a passo, até chegar à plenitude, e você será um intercessor como Moisés, Paulo e tantos outros, seguindo as pegadas de Jesus. Oramos para que Deus tome a sua vida enquanto lê e estuda este livro, e o mesmo Espírito lhe traga a luz e entendimento que as palavras não podem transmitir. Os livros que temos escrito na área de oração, visam treinar guerreiros, que serão parte do exército que Deus levanta nesta última geração. Tais guerreiros aprenderão a entrar no reino do espírito e retirar de lá as manifestações do poder de Deus e trazê-las aqui para a Terra, a fim de alterar as circunstâncias contrárias ao Seu propósito. Meu coração geme, chora e luta, orando pelo levantamento deste exército. E a palavra de ordem para o ano em curso, é esta: Intercessão. Mas não nesse nivelzinho a que estamos habituados. Falamos da intercessão que confronta os poderes do inferno, em guerra espiritual e dores de parto que trazem filhos à luz, pelo poder do Espírito Santo. A formação de Cristo, em Sua plenitude, no coração dos homens, é o alvo supremo dessa intercessão. Ela nos tomará e levar-nos-á a entrar no trabalho de alma, até que os planos de Deus para com os filhos dos homens venham à luz e Ele seja glorificado. Tipos de Oração Oração é algo sério, específico, objetivo, e segue regras e princípios estabelecidos na Palavra de Deus. É a tentativa de orar em desarmonia com eles que resulta em uma experiência frustrante de não ver as orações e súplicas respondidas. Paulo declara em Efésios 6:18: "Com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no espírito e para isto vigiando com toda a perseverança e súplica por todos os santos." A Bíblia de Jerusalém traduz: "Com orações e súplicas de toda a sorte orai em todo o tempo..." A tradução de J. B. Phillips diz: "Orai sempre com toda a sorte de orações..."; a Bíblia Amplificada traduz: "Orai em todo tempo - em cada ocasião, em cada época - no espírito, com toda (maneira de) oração e súplica." Há diversos tipos ou espécies de oração e cada um deles segue princípios claros. Há regras estabelecidas na Palavra de Deus para esses diferentes tipos de oração. E é aqui onde há grande confusão. Costumamos definir nosso relacionamento com Deus em uma palavra: oração. Tudo o que Lhe dizemos ou pedimos chamamos "oração". Sim, tudo é oração. É preciso, contudo, saber: Há diversos tipos de oração. Há orações que não buscam necessariamente alguma coisa de Deus. Outras visam alterar uma circunstância em nossa vida ou na vida de terceiros. A todas elas Deus deseja ouvir. "Ó Tu que escutas as orações, a Ti virão todos os homens" (Sl. 65:2), pois"A oração dos retos é o Seu contentamento" (Pv. 15:8b). No segundo livro da série Escola de Oração, intitulado Tipos de Oração, abordamos o assunto. Aqui vamos apenas citar a existência dos mesmos, com uma breve definição, a título de uma rápida lembrança. A quem não estudou o referido livro, recomendamos fazê-lo, a fim de tirar melhor proveito deste. Níveis de Oração Poderíamos classificar as orações em três níveis diferentes: Deus, nós e os outros. Dentro de cada um desses níveis há diversos tipos de oração: 1 - Deus como centro das nossas orações Há orações que são dirigidas a Deus, visando Deus mesmo, o que Ele é, o que Ele faz e o que Ele nos tem feito. Outra coisa não buscamos, senão apresentar-Lhe nossa gratidão, louvor e adoração. Dentro deste nível temos três tipos de oração: 1º - Ações de Graça - A expressão do nosso reconhecimento e gratidão a Deus pelo que Ele nos tem feito. Basicamente é a oração que expressa gratidão a Deus pelas bênçãos que Ele tem derramado sobre nós. 2º - Louvor- A oração de louvor é um passo além das ações de graça. São expressões de louvor a Deus pelo que Ele faz. Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressá-los em palavras, numa atitude de exaltação e glorificação ao Seu Nome, que é digno de ser louvado. 3º - Adoração- O tipo de oração que exalta a Deus pelo que Ele é. É a entrada no Santo dos Santos para responder ao amor do Pai. Ali nada fala do homem, mas dEle. É o reconhecimento do que Ele é. É a resposta do nosso amor ao amor Divino. 2 - Nós mesmos como o centro das orações Aqui vamos a Deus para apresentar necessidades pessoais. Embora falando com Deus, o foco da atenção é a satisfação de nossas necessidades. Vamos a Deus em busca de uma resposta para a alteração de alguma circunstância em nossa vida. Nesse nível temos também três tipos de oração: 1º - Petição- É "um pedido formal a um poder maior". É a apresentação a Deus de um pedido, visando satisfazer uma necessidade pessoal, tendo como base uma promessa de Deus. Nesse tipo de oração já temos o conhecimento de qual é a Sua vontade, pelo que o pedido será feito em fé, com a certeza da resposta, antes mesmo da sua manifestação, de acordo com Marcos 11:24. 2º - Consagração ou Dedicação- É uma atitude de submissão à vontade de Deus. Essa oração é para as ocasiões em que a vontade de Deus é desconhecida. Exige espera, consagração e inteira disposição de conhecer e seguir a vontade do Pai. 3º - Entrega - É a transferência de um cuidado ou inquietação para Deus. É lançar o cuidado sobre o Senhor, com um conseqüente descanso. Essa oração é feita quando um cuidado, um problema ou inquietação nos bate à porta. 3 - Os outros como centro das nossas orações Aqui vamos a Deus como sacerdotes, como intercessores, levando a necessidade de outra pessoa. Nosso motivo primeiro é ver as circunstâncias alteradas na vida de outrem. Esta é a oração de intercessão. Interceder é colocar-se no lugar de outro e pleitear a sua causa. Formas de Oração Todos os tipos de oração podem ser levados a Deus de três formas: Através da oração privada, da oração de concordância ou da oração coletiva. 1 - Oração Privada(Mt. 6:6). Cada filho de Deus tem direito de entrar em Sua presença, com confiança, e apresentar-Lhe a oração da fé (Hb. 4:16). Nessa forma de oração só o Espírito de Deus é testemunha. Ela pode ser feita apenas no coração, ou em palavras audíveis. 2 - Oração de Concordância(Mt. 18:18-20). Aqui, dois ou três se reúnem em comum acordo sobre o que pedem a Deus. Há um poder liberado através da concordância, de acordo com Dt. 32:30. 3 - Oração Coletiva(At. 4:23-31) - Esta é feita quando o Corpo se une em oração. É uma oração de concordância com um número maior. Quando um corpo de cristãos levanta sua voz a Deus, unânime, não só na palavra ou expressão, mas no mesmo espírito, como na Igreja de Jerusalém, há uma grande liberação do poder de Deus. Recursos de Auxílio à Oração Toda vida e manifestação do poder de Deus é o resultado da união entre o Espírito Santo e a Palavra de Deus. Esses dois grandes recursos à nossa disposição para o exercício espiritual da oração, levam-nos a uma experiência feliz em nosso relacionamento com Deus. Seu poder começa a ser demonstrado em grande medida em nossas vidas e na vida daqueles por quem intercedemos. Esses recursos são: o uso da Palavra e a dependência do Espírito Santo na oração. 1 - Orando a Palavra -Orar a Palavra é tomar a promessa de Deus e levá-la de volta a Ele, através da oração, no espírito de Isaías 62:6-7. Quem ora a Palavra já começa com a resposta. A vontade de Deus é a Sua Palavra e toda oração de acordo com Sua vontade, Ele ouve. A Palavra elevada a Deus em oração, não voltará vazia (Is. 55:10-11). 2 - Orando no Espírito(1 Co. 14:14; Ef. 6:18; Jd. 20). Em áreas conhecidas pela mente, podemos aplicar a Palavra escrita, orando de acordo com o nosso entendimento. Mas, quando chegamos ao limite da mente, o Espírito Santo vem em nosso auxílio (Rm. 8:26-27). Podemos orar no espírito, pelo Espírito de Deus, e isso, para além de um recurso tremendo, pois oramos em linha com o coração do Pai, é uma arma poderosa contra as forças das trevas. Armas de Combate na Oração A oração tem terríveis inimigos no reino das trevas, mas Deus nos deu os recursos inesgotáveis da Sua graça para nos conduzir em triunfo. Daniel 10:12-21 revela o conflito espiritual para impedir a resposta às nossas orações. Efésios 6:10-18 deixa claro que a oração tem seu lado de batalha, mas 2 Coríntios 10:4-5 revela-nos que temos armas, da parte de Deus, para vencer essa batalha. Jesus nos deu autoridade de ligar e desligar (Mt. 18:18). Podemos lançar mão dessa autoridade e declarar guerra às forças de Satanás, enfrentando-as: 1 - Na autoridade do nome de Jesus, a Quem tudo está sujeito (Lc. 19:10 e Mc. 16:17). 2- Com a arma de combate, que é a Palavra de Deus (Ef. 6:17). 3 - Sob a cobertura do sangue de Cristo e no poder do Espírito Santo (Ap. 12:11 e Lc. 4:14). O inimigo será vencido por um poder maior (Mt. 12:29), pois "Maior é Aquele que está em nós..."(1 Jo. 4:4). Enfrentamos o inimigo falando diretamente a ele, exercendo nossa fé na obra do Calvário. "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" (Tg. 4:7). Vitória Pessoal Antes que você possa ser um intercessor bem sucedido, precisa aprender a andar em vitória e a encontrar resposta para as suas próprias orações. Eis porque recomendamos que primeiro sejam estudados os diversos tipos de oração. Todo conhecimento deve ser posto em prática, para que produza seu efeito. Temos aconselhado os guerreiros a se exercitarem no uso dos diversos tipos de oração, gastando uma hora com Deus, de forma organizada, a fim de ajudar a formação de um hábito e disciplina de orar de acordo com os princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. Sugerimos o uso da Roda de Oração, que está no apêndice deste livro. Extraído do Livro O Poder da Intercessão Pra. Valnice Milhomens Coelho Direitos reservados à autora Categoria: Oração e Intercessão