"Tudo o que fizermos pra
Deus deve ter a marca da excelência, não da
negligência."
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
No meio da sua praça, de uma e outra
margem do rio,está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em
mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. Apocalipse 22:2
12 dias
de Clamor em favor do ano de 2012
de 19 a 30 dezembro das 19 – 21 horas
No ultimo dia 31 de
dezembro(sábado):
Oração no Monte das 16h ás 18h
Ultima Santa Ceia 22h
ás 24h
O SONHO NÃO ACABOU
O SONHO NÃO ACABOU
“Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23:45)
“Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23:45)
Algumas pessoas que seguiram Jesus acreditaram em seu reino. O que
estariam pensando agora que viram seu mestre ser preso açoitado e crucificado?
Talvez que tudo isto seja um pesadelo e que em breve acordarão para a
realidade, ou pior, o Reino de Deus não passou de um sonho.
Nós somos alimentados
por sonhos, sobrevivemos por eles. Aqueles que não sonham, não vivem. A criança
sonha com o brinquedo novo a adolescente com o namorado ideal, o jovem com a
bela noiva e o bom emprego, o adulto com uma bela aposentadoria e até os idosos
sonham pois, se pararem de sonhar, perdem a alegria de viver.
Os sonhos são nossos planos e metas a alcançar, objetivos que muitas vezes não estão bem definidos em nossas mentes, mas funcionam como combustível, nos impedindo de ter vidas estagnadas e atrofiadas. Vida é movimento, o universo se move, o tempo não pára e os sonhos são nosso prêmio na linha de chegada e após cada corrida iniciamos outra, na busca de conquistar mais um troféu.
Os sonhos são nossos planos e metas a alcançar, objetivos que muitas vezes não estão bem definidos em nossas mentes, mas funcionam como combustível, nos impedindo de ter vidas estagnadas e atrofiadas. Vida é movimento, o universo se move, o tempo não pára e os sonhos são nosso prêmio na linha de chegada e após cada corrida iniciamos outra, na busca de conquistar mais um troféu.
Quais são os teus sonhos? Ou melhor,
“diga-me os teus sonhos e direi quem tu és”.
No mundo em que
vivemos as coisas que mais desejamos perdem o encanto muito rapidamente. Aquele
carro que sempre quis envelheceu; aquele cargo tão almejado tornou-se monótono;
o príncipe encantado da jovem sonhadora tornou-se um distinto senhor frio
muitas vezes distante; desejos bastante significativos, mas finitos.
Imediatamente saímos em busca de outro alvo que possa satisfazer nossa sede de um sonho que ao se tornar realidade nos traga felicidade continua.
Quero desafiar você a perseguir, a buscar um sonho em que ao ser realizado, não haverá mais necessidade de nenhum outro. Eu tenho este sonho, é o sonho da eternidade, da vida eterna. Vida sem doença, cansaço, ou enfado; sem dor, lágrimas ou angústias; sem culpa, mágoa ou remorso; apenas vida, e vida em abundância.
Um dia um certo homem veio a este mundo nos ensinar a sonhar com o dia em que seríamos eternos, eu sinceramente acredito no que ele falou e mostrou, mas principalmente visualizo através dele, a concretização desse sonho.
Quando Jesus morreu naquela cruz o sonho de homens e mulheres que o acompanharam foi despedaçado, quando ele ressuscitou ao terceiro dia fez com que o sonho da eternidade se tornasse realidade.
PARA REFLETIR
De tudo que você sonhou ou sonha, muito mais do que imaginou sonhar, aqueles que sonham com Ele(JESUS), acordarão um dia para uma maravilhosa realidade. Existem sonhos a longo prazo e sonhos efêmeros vamos colocar no papel os nossos sonhos efêmeros para o ano de 2012 A partir do DIA 19 das 19h as 20h estaremos recebendo na igreja o seu pedido de oração e colocaremos ao pé da cruz.
Imediatamente saímos em busca de outro alvo que possa satisfazer nossa sede de um sonho que ao se tornar realidade nos traga felicidade continua.
Quero desafiar você a perseguir, a buscar um sonho em que ao ser realizado, não haverá mais necessidade de nenhum outro. Eu tenho este sonho, é o sonho da eternidade, da vida eterna. Vida sem doença, cansaço, ou enfado; sem dor, lágrimas ou angústias; sem culpa, mágoa ou remorso; apenas vida, e vida em abundância.
Um dia um certo homem veio a este mundo nos ensinar a sonhar com o dia em que seríamos eternos, eu sinceramente acredito no que ele falou e mostrou, mas principalmente visualizo através dele, a concretização desse sonho.
Quando Jesus morreu naquela cruz o sonho de homens e mulheres que o acompanharam foi despedaçado, quando ele ressuscitou ao terceiro dia fez com que o sonho da eternidade se tornasse realidade.
PARA REFLETIR
De tudo que você sonhou ou sonha, muito mais do que imaginou sonhar, aqueles que sonham com Ele(JESUS), acordarão um dia para uma maravilhosa realidade. Existem sonhos a longo prazo e sonhos efêmeros vamos colocar no papel os nossos sonhos efêmeros para o ano de 2012 A partir do DIA 19 das 19h as 20h estaremos recebendo na igreja o seu pedido de oração e colocaremos ao pé da cruz.
O nosso Pastor vai queimar todos os
pedidos de oração no Monte segue a programação e o formulário para anotar o seu
pedido Mês a mês e deposite a sua semente correspondente a cada mês na conta
corrente Banco Itáu Ag.7908 CC 02603-7
(vale lembrar que este projeto é para investirmos em missões) participe.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Verdadeira intercessão não requer reconhecimento
Verdadeira intercessão não requer reconhecimento
Por isso disse que os destruiria, não houvesse Moisés, seu escolhido, ficado perante ele na brecha, para desviar a sua indignação, a fim de não os destruir. Salmo 106.23
O que é a intercessão? É pedir algo a favor de alguém. É solicitar ajuda para um outro. É a obra de alguém que se coloca entre um que tem uma necessidade e aquele que pode supri-la. Algo que ignoramos às vezes é que não é necessário que aquele que tem a necessidade esteja ciente que o outro está intercedendo. Talvez seja uma obra maior, justamente a intercessão feita em prol daqueles que ignoram o perigo que correm e não sentem nenhuma necessidade de ajuda.
Será que, no fundo, queremos algum reconhecimento por parte dos perdidos que, sim, precisam desesperadamente de ajuda? Será que sentimos a indiferença daqueles que não têm Cristo como uma rejeição da nossa ajuda em oração, em levar a Palavra, em convidá-los a uma atividade da igreja? E, será que isso dói em nós porque estão rejeitando a Cristo, ou porque estão nos ignorando?
Verdadeira intercessão não requer reconhecimento. Um homem ou uma mulher, um povo ou uma nação inteira podem demonstrar total indiferença à ajuda que tanto precisam. Mas, se Deus nos chamou à missão de orarmos por eles, isso pode até ser a forma mais pura e santa de intercessão.
Como teria sido se Moisés não tivesse ficado na brecha? Deus estava prestes a destruir uma nação inteira. O povo escolhido de Deus seria aniquilado. Talvez teria havido uma Raabe, mas, não haveria nenhum Boaz. Poderia ainda haver uma Rute, mas não haveria um Obede, nem Jessé, nem Davi. A questão não é somente quem escreveria os Salmos, mas, quem receberia a promessa do trono e a linhagem do Messias?
Deus mandou Moisés não interferir. Ele até prometeu a Moisés um povo melhor, mais forte e numeroso no lugar de Israel. Mas, Moisés pediu que Deus cedesse e não destruísse aquele povo. Por que ele intercedeu por um povo rebelde, pecaminoso e de dura cerviz? Por que ele pediu a Deus que ele os poupasse? O povo não demonstrou a menor preocupação para com sua própria salvação. Por que Moisés se importou?
É difícil compreender porque Moisés intercederia por um povo que nem compartilhava sua preocupação nem desejava sua ajuda. Mas, não fosse a intercessão de um homem, uma nação inteira teria sido destruída. Um povo inteiro foi poupado pela oração de um único homem.
Talvez é por isso que chamamos de “ficar na brecha”. A brecha está lá porque não há quem a preencha. E, muitas vezes, basta apenas um para fazê-lo. Diferente do soldado, aquele que fica na brecha em oração não arrisca sua vida, contudo, arrisca-se a perder aquilo para o qual ele deu sua vida. Moisés aceitou aquele risco. Jesus também o aceitou. Será que nós faremos o mesmo?
E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. - Lucas 23.34
Pai, eu lhe agradeço que, enquanto eu ainda era um despreocupado, ignorante pecador, alguém estava orando por mim. Eu lhe agradeço pela intercessão dos meus pais. Hoje, agradeço-lhe especialmente pelas orações daqueles que se preocuparam comigo, nunca sabendo se eu ia responder, ou não. E, sobretudo, agradeço-lhe por Jesus, que ficou na brecha por mim, não somente na oração, mas com a sua vida. Eu também quero interceder por outros, seja qual for o resultado. Amém.
Será que, no fundo, queremos algum reconhecimento por parte dos perdidos que, sim, precisam desesperadamente de ajuda? Será que sentimos a indiferença daqueles que não têm Cristo como uma rejeição da nossa ajuda em oração, em levar a Palavra, em convidá-los a uma atividade da igreja? E, será que isso dói em nós porque estão rejeitando a Cristo, ou porque estão nos ignorando?
Verdadeira intercessão não requer reconhecimento. Um homem ou uma mulher, um povo ou uma nação inteira podem demonstrar total indiferença à ajuda que tanto precisam. Mas, se Deus nos chamou à missão de orarmos por eles, isso pode até ser a forma mais pura e santa de intercessão.
Como teria sido se Moisés não tivesse ficado na brecha? Deus estava prestes a destruir uma nação inteira. O povo escolhido de Deus seria aniquilado. Talvez teria havido uma Raabe, mas, não haveria nenhum Boaz. Poderia ainda haver uma Rute, mas não haveria um Obede, nem Jessé, nem Davi. A questão não é somente quem escreveria os Salmos, mas, quem receberia a promessa do trono e a linhagem do Messias?
Deus mandou Moisés não interferir. Ele até prometeu a Moisés um povo melhor, mais forte e numeroso no lugar de Israel. Mas, Moisés pediu que Deus cedesse e não destruísse aquele povo. Por que ele intercedeu por um povo rebelde, pecaminoso e de dura cerviz? Por que ele pediu a Deus que ele os poupasse? O povo não demonstrou a menor preocupação para com sua própria salvação. Por que Moisés se importou?
É difícil compreender porque Moisés intercederia por um povo que nem compartilhava sua preocupação nem desejava sua ajuda. Mas, não fosse a intercessão de um homem, uma nação inteira teria sido destruída. Um povo inteiro foi poupado pela oração de um único homem.
Talvez é por isso que chamamos de “ficar na brecha”. A brecha está lá porque não há quem a preencha. E, muitas vezes, basta apenas um para fazê-lo. Diferente do soldado, aquele que fica na brecha em oração não arrisca sua vida, contudo, arrisca-se a perder aquilo para o qual ele deu sua vida. Moisés aceitou aquele risco. Jesus também o aceitou. Será que nós faremos o mesmo?
E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. - Lucas 23.34
Pai, eu lhe agradeço que, enquanto eu ainda era um despreocupado, ignorante pecador, alguém estava orando por mim. Eu lhe agradeço pela intercessão dos meus pais. Hoje, agradeço-lhe especialmente pelas orações daqueles que se preocuparam comigo, nunca sabendo se eu ia responder, ou não. E, sobretudo, agradeço-lhe por Jesus, que ficou na brecha por mim, não somente na oração, mas com a sua vida. Eu também quero interceder por outros, seja qual for o resultado. Amém.
Fonte: Ministério Apascentar
Categoria: Oração e Intercessão
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Uma alma restaurada através da intercessão
Uma alma restaurada através da intercessão
Todas as vezes que intercedemos, estamos pedindo algo em favor de alguém ou de nós mesmos. Toda conquista para ter êxito precisa ser acompanhada de uma intercessão. Em Tiago 1:17 diz: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito, vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.”
Sabemos que conquistamos tudo primeiramente no plano espiritual e o texto afirma que vem do alto, ou seja, movemos as bênçãos de Deus em nosso favor através da intercessão. A intercessão é como uma gestação, e como dar a luz um filho.
A restauração da alma é um processo que só acontece mediante muita intercessão. Conquistamos a cura da alma quando estamos nos braços do Pai por meio da intercessão e não apenas a cura da alma, mas todas as outras coisas que necessitamos como: a conquista familiar, conquista das células, conquista do êxito financeiro, etc.
Intercessão fala de entrega total. Em Lucas 22:39-46, vemos Jesus em um momento de grande intercessão e aprendemos com o Mestre que a verdadeira intercessão não é apenas tomar a causa do outro, mas também tomar a nossa própria causa, entregando-se ao Pai sem limites e sem reserva de tempo.
O livro de I Samuel 1:19-29 conta a história de Ana, uma mulher que teve a alma restaurada através da intercessão. Ela deseja muito um filho e por essa causa se apresentava de ano em ano, para adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos. E a Bíblia diz que essa mulher tinha a sua madre cerrada, portanto, não podia gerar filhos.
Sabemos que conquistamos tudo primeiramente no plano espiritual e o texto afirma que vem do alto, ou seja, movemos as bênçãos de Deus em nosso favor através da intercessão. A intercessão é como uma gestação, e como dar a luz um filho.
A restauração da alma é um processo que só acontece mediante muita intercessão. Conquistamos a cura da alma quando estamos nos braços do Pai por meio da intercessão e não apenas a cura da alma, mas todas as outras coisas que necessitamos como: a conquista familiar, conquista das células, conquista do êxito financeiro, etc.
Intercessão fala de entrega total. Em Lucas 22:39-46, vemos Jesus em um momento de grande intercessão e aprendemos com o Mestre que a verdadeira intercessão não é apenas tomar a causa do outro, mas também tomar a nossa própria causa, entregando-se ao Pai sem limites e sem reserva de tempo.
O livro de I Samuel 1:19-29 conta a história de Ana, uma mulher que teve a alma restaurada através da intercessão. Ela deseja muito um filho e por essa causa se apresentava de ano em ano, para adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos. E a Bíblia diz que essa mulher tinha a sua madre cerrada, portanto, não podia gerar filhos.
Através da vida de Ana vemos três características importantes na vida de um intercessor:
1. Sinceridade
“Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou muito...” (I Sm 1:10)
Ana não escondeu toda a tristeza de sua alma por desejar tanto um filho e não poder tê-lo, pelo fato de ser estéril. Ela se revelou ao Senhor com sinceridade de coração, com choro, expondo naquela intercessão o quanto estava com a sua alma ferida.
Quantas vezes nós vamos até o líder e apesar de não estarmos bem, não temos coragem de falar realmente o que está em nosso coração. E com isso só nos prejudicamos.
2. Perseverança
Ana perseverou na intercessão apesar de Eli achar que ela estava bêbada. Ela entendia que a intercessão jamais pode estar acompanhada pela desistência. Todo desistido não conquista, mas Ana, através de sua perseverança, demonstrada pelo fato de ir de ano em ano ao templo, fez com que conquistasse o que tanto buscava: um filho.
Ana perseverou até que a bênção se manifestasse. É dessa forma que devemos proceder diante de Deus em nosso favor e em favor de outros, pela perseverança.
3. Entrega
Ana buscou sua conquista em Deus e se entregou sem reservas. No versículo 15, vemos Ana derramando a sua alma perante o Senhor, entregando-se totalmente e o resultado de sua intercessão, o profeta Eli disse a ela: “Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste.” (I Sm 1:19)
A intercessão abre caminho para Deus operar milagres. Caminhe sempre buscando a presença de Deus através da intercessão e então você verá os sinais, prodígios e maravilhas do Deus Todo Poderoso.
Pr. Júnior Ayub
Categoria: Oração e Intercessão
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Jesus, um Homem de Oração
Jesus, um Homem de Oração
A fidelidade total, a confiança, os ensinos, a vida de Jesus e o testemunho de terceiros sobre ele nos revelam que Jesus é um homem de oração: Jesus orou realmente! (Jo 17; Hb 10:5-7; Mc 1:35; Mt 14:23; Mt 26:36ss; Jo 11:41-42; Lc 23:24).
a) Jesus: Deus que se fez carne e habitou entre nós.
Em Fl 2:6-7 está escrito que Jesus não julgou com usurpação o ser igual a Deus, antes esvaziou-se (kênosis) a si mesmo, assumindo a condição de Servo e tornando-se semelhante a nós em tudo, exceto no pecado. Diante disso podemos dizer que Jesus embora tivesse condição de Deus (e Ele era Deus!), Ele se apresentou entre os seres humanos como homem. E mais, abriu mão de qualquer privilégio,tornando-se apenas homem que obedece a Deus e que serve aos demais homens e mulheres.
Em Fl 2:6-7 está escrito que Jesus não julgou com usurpação o ser igual a Deus, antes esvaziou-se (kênosis) a si mesmo, assumindo a condição de Servo e tornando-se semelhante a nós em tudo, exceto no pecado. Diante disso podemos dizer que Jesus embora tivesse condição de Deus (e Ele era Deus!), Ele se apresentou entre os seres humanos como homem. E mais, abriu mão de qualquer privilégio,tornando-se apenas homem que obedece a Deus e que serve aos demais homens e mulheres.
b) Jesus em sua oração vê Deus!
A liberdade de Jesus frente aos costumes de sua época, ao templo e à lei véterotestamentária (segundo a interpretação dos fariseus) bem como sua autoridade vêm de Deus.
João 5:27 E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem.
Mateus 28:18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra ou “É-me dado todo o poder no céu e na terra”.
João 5:36 Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me confiou para que eu as realizasse, essas que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou.
João 14:31 contudo, assim procedo para que o mundo saiba que eu amo o Pai e que faço como o Pai me ordenou.
A liberdade de Jesus frente aos costumes de sua época, ao templo e à lei véterotestamentária (segundo a interpretação dos fariseus) bem como sua autoridade vêm de Deus.
João 5:27 E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem.
Mateus 28:18 Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra ou “É-me dado todo o poder no céu e na terra”.
João 5:36 Mas eu tenho maior testemunho do que o de João; porque as obras que o Pai me confiou para que eu as realizasse, essas que eu faço testemunham a meu respeito de que o Pai me enviou.
João 14:31 contudo, assim procedo para que o mundo saiba que eu amo o Pai e que faço como o Pai me ordenou.
Na oração Jesus faz mais que comunicar-se com o Pai. Jesus na oração entrega-se a Deus, experimenta Deus. Vê Deus!
Deus pode ser experimentado e conhecido com os "olhos da fé". Essa visão ("ver Deus", conforme Mt 5:8) na terra é a experiência de Deus através da fé. Experimentar a Deus é saber-nos vivencialmente em Suas mãos. É saber-se em sintonia e intimidade com o Deus Vivo, que se entrega a nós e que realmente se comunica com o ser humano e ao qual o ser humano também pode se entregar por amor e conhecer por sua fé.
c) Jesus não separa a oração da santificação e do serviço de amor ao próximo:
Para ver Deus é necessária a condição de ter o coração limpo. E para que o coração esteja limpo é preciso que estejam limpos (purificados) olhos, mente, mãos, etc. Mãos limpas, por exemplo, deve lembrar-nos da prática da justiça. A oração deve operar em nós como poder de Deus. Presença de Deus! Que vai varrendo o jeito antigo próprio somente de quem não "nasceu de novo". Tirando do nosso coração o apego aos velhos e novos ídolos e a todo tipo de altar em nós que não seja altar de adoração ao nome de Deus. E ninguém ama a Deus se não ama a seu irmão e irmã. Por isso, o melhor louvor, a melhor adoração que podemos prestar a Deus é fazer sua vontade.Por isso cantamos que "a melhor oração é amar." Aí está a santificação, a perfeição cristã!
Para ver Deus é necessária a condição de ter o coração limpo. E para que o coração esteja limpo é preciso que estejam limpos (purificados) olhos, mente, mãos, etc. Mãos limpas, por exemplo, deve lembrar-nos da prática da justiça. A oração deve operar em nós como poder de Deus. Presença de Deus! Que vai varrendo o jeito antigo próprio somente de quem não "nasceu de novo". Tirando do nosso coração o apego aos velhos e novos ídolos e a todo tipo de altar em nós que não seja altar de adoração ao nome de Deus. E ninguém ama a Deus se não ama a seu irmão e irmã. Por isso, o melhor louvor, a melhor adoração que podemos prestar a Deus é fazer sua vontade.Por isso cantamos que "a melhor oração é amar." Aí está a santificação, a perfeição cristã!
d) Jesus não separa a oração da profecia, da evangelização:
Na simbologia bíblica, o profeta é alternadamente enviado à "cidade" como profeta e evangelizador e conduzido ao "deserto" para aprofundar sua experiência de Deus.
Moisés, Elias, João Batista e também Jesus, são alguns exemplos: prepararam-se para sua missão no "deserto" e ao deserto regressavam em certos momentos para renovar a experiência de Deus. O "deserto" tem significado de lugar de solidão e pobreza, onde o coração se purifica. Aparentemente Deus é mais fácil de ser encontrado no deserto. E ainda mais, "deserto" significa também a esterilidade e a dureza do coração humano, e a dureza da "cidade" (e sua política) à qual o profeta é enviado e por ela perseguido e, não raras vezes, morto. Deserto, portanto, além de experiência com Deus, é lugar de treinamento e capacitação: dependência de Deus.
Todo cristão é um homem ou mulher de oração. Todo cristão é um evangelizador.
Assim, todo evangelizador está chamado a realizar a síntese de unir a coragem do compromisso de um profeta e a experiência de Deus de alguém que ora e vigia.
Assim, todo evangelizador está chamado a realizar a síntese de unir a coragem do compromisso de um profeta e a experiência de Deus de alguém que ora e vigia.
e) O conteúdo da oração de Jesus e a oração que Jesus critica duramente:
Para Jesus não é qualquer oração que leva ao encontro do Reino, à experiência de Deus. Jesus critica duramente formas deturpadas de oração: a oração como autocontemplação (Lc 18:11); a oração exibicionista, sem humildade (Mt 6:5-6); a falação mecânica e superficial sem o compromisso pessoal (Mt 6:7ss); a oração separada da ação (Mt 7:21); a oração comercializada e opressora, carente de gratuidade/graça (Mt 23:14), são alguns exemplos.
Para Jesus não é qualquer oração que leva ao encontro do Reino, à experiência de Deus. Jesus critica duramente formas deturpadas de oração: a oração como autocontemplação (Lc 18:11); a oração exibicionista, sem humildade (Mt 6:5-6); a falação mecânica e superficial sem o compromisso pessoal (Mt 6:7ss); a oração separada da ação (Mt 7:21); a oração comercializada e opressora, carente de gratuidade/graça (Mt 23:14), são alguns exemplos.
Por outro lado, podemos perceber que o conteúdo básico da oração de Jesus é:
f) O Deus que Jesus experimenta na oração:
A fé (oração) de Jesus supõe uma determinada visão (experiência) de Deus. Não é um Deus qualquer que Jesus experimenta. Não é um Deus irado, distante, indiferente, castigador. Jesus experimenta o Deus ágape, Deus de justiça (santidade), solidário, compassivo, misericordioso. O Deus que nos amou sendo nós ainda pecadores. O Deus que ama as pessoas mesmo antes delas o conhecerem e o acolherem em suas vidas como Salvador e Senhor. E Jesus nos revela isso: "quem vê a mim, vê ao Pai que me enviou" e "eu e o Pai somos um". O Deus que Jesus experimenta, conhece e nos revela é o Deus que permite que rejeitemos seu amor e salvação. Sim, podemos rejeitar o seu amor, mas não podemos impedir o seu amor por nós. A história da salvação é a história de um Deus que por amor busca salvar os perdidos, os "filhos pródigos"...
A fé (oração) de Jesus supõe uma determinada visão (experiência) de Deus. Não é um Deus qualquer que Jesus experimenta. Não é um Deus irado, distante, indiferente, castigador. Jesus experimenta o Deus ágape, Deus de justiça (santidade), solidário, compassivo, misericordioso. O Deus que nos amou sendo nós ainda pecadores. O Deus que ama as pessoas mesmo antes delas o conhecerem e o acolherem em suas vidas como Salvador e Senhor. E Jesus nos revela isso: "quem vê a mim, vê ao Pai que me enviou" e "eu e o Pai somos um". O Deus que Jesus experimenta, conhece e nos revela é o Deus que permite que rejeitemos seu amor e salvação. Sim, podemos rejeitar o seu amor, mas não podemos impedir o seu amor por nós. A história da salvação é a história de um Deus que por amor busca salvar os perdidos, os "filhos pródigos"...
Para Jesus, o fundamento último da experiência de Deus e o que fica para a nossa prática é o amor. Não o poder. O poder de Deus consiste no seu amor que tudo pode.
g) Orar, portanto, é "ouvir a Deus" e servi-lo:
A nossa oração não é para quebrantar, comover e amolecer o coração de Deus.
Deus por natureza (por si mesmo) tem o coração misericordioso! Oramos, portanto, para sintonizar, entrar na intimidade, direcionando tudo que somos, sentimos e pensamos para Deus. Orar antes de tudo é colocar-se diante de Deus, é "ouvir a Deus" (Pv 16:1). Entrar em clima de comunhão: entrega total de si ao Pai; de total abandono nas mãos e vontade de Deus.
A nossa oração não é para quebrantar, comover e amolecer o coração de Deus.
Deus por natureza (por si mesmo) tem o coração misericordioso! Oramos, portanto, para sintonizar, entrar na intimidade, direcionando tudo que somos, sentimos e pensamos para Deus. Orar antes de tudo é colocar-se diante de Deus, é "ouvir a Deus" (Pv 16:1). Entrar em clima de comunhão: entrega total de si ao Pai; de total abandono nas mãos e vontade de Deus.
Orar é pensar em sintonia com Deus. Sermos de Deus. Sermos em Deus. Deixar Deus também ser em nós. Experiência, aperitivo do que será na plenitude do Reino: Deus será tudo em todos. Por isso, quem ora "despe-se", "abre mão de certezas previamente concebidas".Ouve, submete-se, santifica-se. É uma experiência tão íntima que Jesus ordena: "vá para o seu quarto, para o seu "deserto", feche as portas, fique longe das praças e do público.
A voz de Deus nos acolhe nos seus braços e nos envia como testemunhas das Boas Novas. A Bíblia diz que somos imagem e semelhança de Deus. A imagem e semelhança de Deus devemos cuidar da sua Criação em seu nome e autoridade. Mas também devemos interceder por ela, colocando-a sempre diante de Deus e sendo canais das bênçãos celestes para toda a Criação. Somos, assim, canais da manifestação do amor e da bênção de Deus.
A oração nos coloca como mordomos (zeladores) e intercessores da Criação a tal ponto que, lendo Mt 5:4, podemos entender que além de chorar pelos nossos pecados (arrependimento), devemos também chorar com os que choram e sofrem (solidariedade), chorar pelos que não choram (clamor e juízo) e chorar pela vinda do Reino de Deus em sua plenitude.
A voz de Deus nos acolhe nos seus braços e nos envia como testemunhas das Boas Novas. A Bíblia diz que somos imagem e semelhança de Deus. A imagem e semelhança de Deus devemos cuidar da sua Criação em seu nome e autoridade. Mas também devemos interceder por ela, colocando-a sempre diante de Deus e sendo canais das bênçãos celestes para toda a Criação. Somos, assim, canais da manifestação do amor e da bênção de Deus.
A oração nos coloca como mordomos (zeladores) e intercessores da Criação a tal ponto que, lendo Mt 5:4, podemos entender que além de chorar pelos nossos pecados (arrependimento), devemos também chorar com os que choram e sofrem (solidariedade), chorar pelos que não choram (clamor e juízo) e chorar pela vinda do Reino de Deus em sua plenitude.
h) Oração e Evangelização:
Concluindo, podemos dizer que evangelizar é gerar vida (cf. Jo 10:10b). Vida abundante, qualitativamente boa, quantitativamente longa e relacionalmente solidária.
Vida que é pão e terra e casa, salvação, libertação, cura, justiça, harmonia, fraternidade, paz. A Igreja evangeliza, por exemplo, quando promove a paz. E não apenas quando é pacífica. Temos de ser pacificadores (cf. Mt 5:9). Pois sabemos que promover a paz é favorecer a aproximação e a reconciliação e, portanto, a fraternidade cristã e a comunhão das pessoas, famílias e povos.
Concluindo, podemos dizer que evangelizar é gerar vida (cf. Jo 10:10b). Vida abundante, qualitativamente boa, quantitativamente longa e relacionalmente solidária.
Vida que é pão e terra e casa, salvação, libertação, cura, justiça, harmonia, fraternidade, paz. A Igreja evangeliza, por exemplo, quando promove a paz. E não apenas quando é pacífica. Temos de ser pacificadores (cf. Mt 5:9). Pois sabemos que promover a paz é favorecer a aproximação e a reconciliação e, portanto, a fraternidade cristã e a comunhão das pessoas, famílias e povos.
Mas é impossível haver paz e reconciliação onde a justiça não existe (cf. Mt 5:6). Por isto, restabelecer a justiça é uma condição para a reconciliação e para a paz. Também será sempre necessário superar as desavenças e o passado ruim. Assim, o perdão mútuo das ofensas e dívidas é igualmente fundamental para o restabelecimento da justiça, o amadurecimento da reconciliação e a consolidação da paz. Só assim é possível recriar toda a convivência humana e recuperar o mínimo da qualidade de vida e da vida com o mínimo de dignidade.
E a oração sintoniza, identifica, aproxima e compromete a Igreja de Jesus Cristo para trabalhar para que o mundo e a vida se assemelhem e se transformem (sob a direção e no poder do Espírito Santo) no Mundo Novo (o Reino de Deus) que Deus está fazendo nascer a partir e de dentro do velho mundo e da velha vida.
E o evangelizador experimenta na sua vida a tensão do anseio ardente pelo Reino e pra que a vontade de Deus se cumpram, da consciência dos próprios limites e impotência e da confiante esperança na graça e poder do Deus vivo. É o "deserto" do evangelizador que o mergulha na experiência fundamental e na necessidade crucial da oração.
Pr Ronan Boechat de Amorim
Categoria: Oração e Intercessão
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
O privilégio de orar
O privilégio de orar
"Ao que ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino;" Lucas 11:2
"Quando orardes..." (Lucas 11:2)
O Mestre deu aos discípulos o modelo para uma oração eficaz, e convém que todos nós sigamos esse padrão. Não quis Ele que repetíssemos sempre as mesmas palavras, nem Ele o fez. Apenas, deixou um padrão em que foram estabelecidas as várias partes de uma oração agradável a Deus.
Mesmo sendo o Filho unigênito do seu Pai "Deus-homem" imaculado Jesus orava. A Bíblia registra que Ele orou no seu batismo (Lucas 3:21 ), nos desertos (Lucas 5:16); passou a noite no monte, em oração a Deus (Lucas 6:12); orou à parte (Lucas 9:18); e orou no monte da transfiguração (Lucas 9:29). Foi nesta última experiência de Jesus que os seus amigos mais íntimos - Pedro, Tiago e João - quiseram permanecer nessa comunhão tão celestial. É assim mesmo quando a comunhão com Jesus Cristo está livre de todo e qualquer empecilho.
"Quando orardes..." (Lucas 11:2)
O Mestre deu aos discípulos o modelo para uma oração eficaz, e convém que todos nós sigamos esse padrão. Não quis Ele que repetíssemos sempre as mesmas palavras, nem Ele o fez. Apenas, deixou um padrão em que foram estabelecidas as várias partes de uma oração agradável a Deus.
Mesmo sendo o Filho unigênito do seu Pai "Deus-homem" imaculado Jesus orava. A Bíblia registra que Ele orou no seu batismo (Lucas 3:21 ), nos desertos (Lucas 5:16); passou a noite no monte, em oração a Deus (Lucas 6:12); orou à parte (Lucas 9:18); e orou no monte da transfiguração (Lucas 9:29). Foi nesta última experiência de Jesus que os seus amigos mais íntimos - Pedro, Tiago e João - quiseram permanecer nessa comunhão tão celestial. É assim mesmo quando a comunhão com Jesus Cristo está livre de todo e qualquer empecilho.
O Mestre reconhece a necessidade de oração junto com outros irmãos tanto quanto a premência da oração particular. Por isso, é muito importante o culto de oração em nossas igrejas. Os cultos públicos são ocasiões quando os irmãos podem compartilhar suas alegrias e tristezas, seus problemas e vitórias. Vez por outra, o ambiente torna-se tão propício à atuação do Espírito Santo que ninguém quer deixar o lugar. É uma comunhão com Deus, sentida por todos os participantes.
Há muitas razões para darmos graças a Deus pelo privilégio da oração. Elevemos ao Pai celestial orações de reconhecimento, como estas:
● Graças a Deus pela salvação que recebemos de graça, por mediação de nosso Senhor Jesus Cristo.
● Graças a Deus pelo privilégio que gozamos de conversar livremente com Ele e esperar respostas às nossas petições.
● Graças a Deus porque todas as nossas necessidades são supridas.
● Graças a Deus pelos benditos laços de amor que nos unem aos nossos irmãos em Cristo.
● Graças a Deus pelo privilégio que nos é dado de sermos instrumentos para a evangelização do Brasil e do mundo.
Categoria: Oração e Intercessão
Assinar:
Postagens (Atom)
